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Liga Sul-Minas-Rio muda estratégia e trabalha em silêncio

9 nov 2015
20h34
atualizado em 27/1/2016 às 13h04
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A cúpula da Liga Sul-Minas-Rio passou a trabalhar em silêncio depois que a CBF vetou a participação do executivo Alexandre Kalil nas negociações para a confederação avalizar a nova entidade. Kalil cuida agora estritamente da parte operacional, enquanto o presidente da liga, Gilvan Tavares, é o responsável pelas articulações políticas.

Foto: Divulgação/Federação Catarinense de Futebol

Essa foi a maneira encontrada pela cúpula do movimento de clubes para evitar uma ruptura com a CBF. Já faz duas semanas que Kalil e o assessor jurídico da liga, Eduardo Carlezzo, traçam metas e buscam viabilizar o torneio programado para o início de 2016. Tudo com a maior discrição.

Kalil negocia a venda do direito de transmissão da competição, que reunirá 12 dos 15 clubes fundadores da liga, e já recebeu três propostas. Ele não tem mais se pronunciado publicamente sobre a CBF e seus dirigentes.

Num primeiro momento, revoltado com o que considerou descaso da confederação com a entidade nascida oficialmente em setembro no Rio, Kalil chegou a dizer que a CBF era a casa dos 7 a 1, numa referência à goleada histórica da Alemanha sobre o Brasil no Mundial de 2014.

Ele também afirmou que tem todas as condições de sair do País a hora que bem entender. A declaração tinha um alvo: o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, que não deixou mais o Brasil depois que o FBI deflagrou operação para combater a corrupção no futebol mundial.

A liga tem nova reunião marcada para esta quinta, em Porto Alegre.

 

Fonte: Silvio Alves Barsetti

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