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Ronaldinho e Assis colaboram com investigação e não são acusados pelo MP do Paraguai

6 mar 2020
00h19
atualizado às 07h26
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Ronaldinho e Assis foram investigados por uso de documento falso

O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis, não serão acusados pelo Ministério Público do Paraguai pelo uso de passaportes falsos. Segundo a promotoria, os brasileiros assumiram que erraram, mas colaboraram com as investigações.

Nesta quinta-feira, o procurador Federico Delfino atualizou a situação dos irmãos Assis e comentou a decisão das autoridades, reiterando que o caso ainda passará pelo Juizado Penal de Garantias. Assim, a definição será de responsabilidade de um juiz.

"O senhor Ronaldo de Assis Moreira, mais conhecido como Ronaldinho, forneceu vários dados relevantes para a investigação e, atendendo a isso, foram beneficiados com uma saída processual que está a consideração do Juizado Penal de Garantias", declarou. Os brasileiros ainda devem fazer alguma "reparação social" por conta do caso.

Contudo, Federico Delfino afirmou que outras três pessoas foram acusadas. O empresário brasileiro Wilmondes Sousa Lira, responsável pelos passaportes, segundo os advogados de Ronaldinho, e as paraguaias María Isabel Galloso e Esperanza Apolonia Caballero, donas dos documentos adulterados. O MP, inclusive, pediu pela prisão preventiva de Wilmondes.

"Acabamos de terminar as acusações em relação a um cidadão brasileiro e a duas cidadãs paraguaias. Sousa Lira está imputado e exigimos prisão preventiva. É imputado por produção de documentos não autênticos, uso de documento público de conteúdo falso, associação criminal e outro. As duas mulheres paraguaias são imputadas por uso de documento de conteúdo falso e abuso de identidade", completou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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