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Reencontro na final marca 2 décadas de oposição no Choque-rei

Confronto entre São Paulo e Palmeiras, o Choque-rei, no Paulistão coloca frente a frente o time dos anos 2000 contra o dos últimos 5 anos

17 mai 2021 18h23
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Choque rei: Reencontro na final marca 2 décadas de oposição
Choque rei: Reencontro na final marca 2 décadas de oposição
Foto: Cesar Greco/ Agência Palmeiras / Sport Life

Apenas pela segunda vez na história, o duelo entre São Paulo e Palmeiras, conhecido como Choque-Rei, será a grande decisão do Campeonato Paulista. A primeira, em 1992, foi vencida pelo Tricolor e conta com um fato curioso: entre os jogos de ida e volta, a equipe foi ao Japão ganhar o Mundial sobre o Barcelona.

Os anos 90 foram excelentes aos dois clubes. Cada um levou o Estadual em três oportunidades. Ambos venceram a Libertadores (o São Paulo duas vezes - 92 e 93 - e o Palmeiras uma - 99). Além disso, também ergueram o troféu dourado do Brasileirão (São Paulo em 91 e o Verdão em 93 e 94). No entanto, o Choque-rei viveu momentos de altos e baixos entre os clubes desde então.

Enquanto o clube do Morumbi viveu anos de anos de glória nos anos 2000, o time alviverde amargou um rebaixamento em 2002 e outro em 2012, último ano de conquista do São Paulo, quando venceu a Sul-Americana. Enquanto os torcedores tricolores viram o clube alcançar o tri da Liberta e Mundial e 2005 e o tri Mundial no mesmo ano, os palmeirenses amargaram anos de sofrimento. No Brasileirão, as conquistas consecutivas em 2006, 2007 e 2008 renderam à equipe a alcunha de 'Soberano'.

Mas os times do Choque-Rei viram as coisas mudar desde 2012. Nesses últimos 8 anos, quem se destacou foi o Palmeiras. O Alviverde venceu dois brasileiros, voltou a conquistar o Paulistão e ainda foi campeão da última Libertadores. Quem sofre, até então, é o torcedor do São Paulo que vê seu time em uma seca de conquistas.

Até por esse contexto, ambas as agremiações trataram o Paulistão de formas bem distintas. Enquanto o Tricolor veio com foco total em se livrar do jejum, o Palmeiras levou o torneio como pode na primeira fase e, ao se classificar, começou a colocar alguns titulares em campo. Agora, ambos chegam em pé de igualdade para o Choque-rei em dose dupla (nesta quinta (20), às 22h, e no domingo (23), às 16h) que vai decidir o grande vencedor nessa nova década que se inicia.

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