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Na opinião de Love, maratona de jogos tem atrapalhado o Corinthians

Em dez dias neste mês, equipe já entrou em campo três vezes; semana reserva duas 'decisões'

11 fev 2019
11h10
atualizado às 11h10
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Para um time em reconstrução, inclusive sob comando de um novo treinador, a maratona de partidas se torna um problema. Esta é a análise que o atacante Vagner Love faz para justificar as atuações inconstantes do Corinthians, derrotado no domingo pelo Novorizontino, por 1 a 0, pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

Foi o terceiro jogo da equipe em dez dias no mês. Nesta semana, há dois confrontos decisivos pela frente: na quinta-feira, o Corinthians recebe o Racing-ARG, em Itaquera, pela estreia na Copa Sul-Americana. No domingo, também em sua casa, será a vez de enfrentar o São Paulo, pelo Paulistão.

"A gente está tendo pouco tempo para treinar, trabalhar e organizar tudo isso. São muitos jogos, a gente precisa de todos, e o Carille acaba não conseguindo repetir a equipe e dar sequência aos mesmos jogadores. Isso dificulta um pouco. Mas isso, jogo a jogo, a gente conversando nos treinos, dá para organizar. E certamente as coisas vão melhorar lá na frente", explicou.

O jogador, que fizera sua estreia entrando no decorrer do empate por 2 a 2 com o Ferroviário-CE, no meio da última semana, pela Copa do Brasil, foi titular pela primeira vez em Novo Horizonte, quando a parceria com o argentino Boselli também se deu de forma inédita desde o início de uma partida. A formação não funcionou como o esperado. Para isso, Love também achou explicação.

"O time deles jogou mais fechado, então isso dificulta um pouco até para fazer tabelas por dentro, na frente da área, mas a bola até que chegou. Acho que a gente poderia ter um pouco mais de infiltração, tentar buscar mais o espaço nas costas dos zagueiros, e assim acho que a gente talvez conseguisse um resultado melhor", disse.

Estadão
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