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Santos aceita R$ 3 milhões e empresta meia ao São Paulo

3 abr 2019
20h09
atualizado às 20h18
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O Santos aceitou uma proposta de R$ 3 milhões do São Paulo para o empréstimo de Vitor Bueno até dezembro de 2020, sem valor de compra fixado. O clube tricolor abriu mão de 10% da negociação por Cueva, cerca de R$ 2,2 milhões descontando impostos e comissão, e aceitou pagar mais R$ 800 mil à vista pela liberação.

Foto: Léo Pinheiro/Código19 / Gazeta Esportiva

O Santos está assinando a rescisão do contrato com o Dínamo de Kiev para amanhã Vitor Bueno assinar com o São Paulo. O jogador abriu mão da maior parte do salário para se enquadrar na realidade financeira do clube tricolor. Seu vínculo com o time da Baixada vai até dezembro de 2021.

O objetivo inicial do presidente José Carlos Peres era conseguir um valor de compra fixado para Derlis González, que foi trocado por Vitor Bueno até junho de 2020. Essa condição não foi possível, mas os moldes da negociação com o São Paulo foram aceitos depois de muitas idas e vindas.

Bueno teria o aval de Jorge Sampaoli para retornar ao Santos, mas a diretoria não se empolgou e ainda havia a diferença salarial de três vezes mais na Ucrânia. Dessa forma, o meia-atacante viu o São Paulo como uma saída para não precisar voltar e seguir fora dos planos na Europa.

O presidente Peres e o empresário Juliano Leonel trocaram farpas públicas. O agente viu chantagem, já que não é responsável por Derlis e não poderia negociar um valor de compra no Dínamo. O mandatário, em compensação, alegou que o profissional quer mandar no clube.

Vale destacar que o contrato de Derlis, independentemente do destino de Bueno, segue o mesmo por ora. O paraguaio está emprestado até julho de 2020, sem valor de compra fixado. O Dínamo pagou 10 milhões de euros (R$ 44 mi) para tirá-lo do Basel-SUI, em 2015.

Vitor Bueno atuou por 80 minutos em quase oito meses e nem sequer jogou partidas oficiais em 2019. Depois da chegada à Ucrânia, entrou em campo contra Chornomorets, Desna e Mynai entre agosto e outubro do ano passado. Três partidas saindo do banco de reservas e sem marcar gol ou dar assistência. Uma lesão muscular na inter-temporada dificultou ainda mais a afirmação no elenco.

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