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Árbitro que usou o VAR contra o Grêmio apitará final

Andrés Cunha é o escolhido pela Conmebol para a decisão da Libertadores mesmo após arbitragem polêmica

15 nov 2018
15h50
atualizado às 16h50
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O árbitro uruguaio Andrés Cunha foi escolhido pela Conmebol para apitar o segundo jogo da final da Copa Libertadores entre River Plate e Boca Juniors, marcada para o próximo dia 24 (sábado), às 18 horas (de Brasília), no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

Nicolás Taran e Mauricio Espinosa serão os auxiliares e Leodán Gonzales ficará responsável pelo árbitro de vídeo (VAR, na sigla em inglês). Todos são conterrâneos de Andrés Cunha, que coleciona polêmicas e já apitou cinco jogos nesta edição da Libertadores, entre eles a derrota por 2 a 1 do Grêmio para o River Plate, em Porto Alegre, que culminou na eliminação do time gaúcho nas semifinais do torneio.

Árbitro Andres Cunha é protegido pela polícia após Grêmio x River Plate pela semifinal da Libertadores
Árbitro Andres Cunha é protegido pela polícia após Grêmio x River Plate pela semifinal da Libertadores
Foto: Ricardo Moraes / Reuters

O lance decisivo para o revés do time brasileiro saiu de um pênalti marcado a favor dos argentinos com a ajuda do VAR, que viu toque no braço do zagueiro Bressan dentro da área e gerou muita reclamação dos gremistas. O defensor foi expulso e o River Plate marcou de pênalti, garantindo a vaga na final.

Andrés Cunha também esteve na Copa do Mundo da Rússia. Ele foi o primeiro árbitro do torneio a fazer uso do VAR, na partida da fase de grupos entre França e Austrália, em que os franceses saíram vitoriosos por 2 a 1 com o auxílio da tecnologia, que ajudou o árbitro de 42 anos a assinalar o pênalti que o atacante Antoine Griezmann converteu.

Irã 0 x 1 Espanha, pela fase de grupos, também foi apitado pelo árbitro uruguaio, que finalizou a sua participação no Mundial na vitória da França por 1 a 0 sobre a Bélgica, pela semifinal.

Além disso, Cunha teve outro ponto baixo em sua carreira: durante a Copa América Centenário, de 2016, o árbitro uruguaio validou um gol de mão marcado pela seleção peruana contra o Brasil, em resultado que eliminou os brasileiros naquela ocasião. Sua carreira internacional se iniciou em 2014.

No primeiro duelo entre os arquirrivais argentinos no estádio La Bombonera, em Buenos Aires, houve empate por 2 a 2. Como não há gol qualificado, uma nova igualdade leva a decisão do título para a prorrogação e, se necessário, para a disputa por pênaltis.

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Estadão

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