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Japão nega suborno à Conmebol por Copa de 2002: "impossível"

21 jun 2015 12h32
| atualizado às 14h18
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Os escândalos de corrupção envolvendo a Fifa são tantos que a cada semana uma nova Copa do Mundo é colocada em xeque. Após ser acusada de subornar federações sul-americanas com 1,5 milhão de dólares (atualmente R$ 4,5 milhões), a Associação Japonesa de Futebol (JFA) nega qualquer ilegalidade ao sediar o Mundial de 2002.

Copa de 2002 terminou com Brasil campeão em Mundial disputado na Coreia do Sul e Japão
Copa de 2002 terminou com Brasil campeão em Mundial disputado na Coreia do Sul e Japão
Foto: Getty Images

"É impossível. Na época, não tínhamos uma quantia assim a nossa disposição", alega o presidente de honra da JFA, Junji Ogura, após a imprensa espanhola acusar a entidade de ter enviado dinheiro à Conmebol em 2000 como "agradecimento" pelos votos recebidos para sediar o Mundial que seria dois anos depois.

Junji Ogura ainda argumenta que o Japão foi escolhido como uma das sedes da Copa de 2002 - junto à Coreia do Sul - em 1996, o que tornaria o suposto suborno sem sentido. A edição do Oriente foi a única na história a ser disputada em dois países.

A polêmica sobre a Copa de 2002 surge entre escândalos de outros Mundiais, revelados em recentes investigações suíças e norte-americanas. A escolha da África do Sul como sede da edição de 2010 parece ser a mais obscura, mas também estão sob suspeita Rússia e Catar - sedes dos dois próximos torneios.

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