Empresário de Taremi nega saída do Olympiakos para alistamento militar: 'completamente focado'
O centroavante está focado no clube
Federico Pastorello, empresário do atacante iraniano Mehdi Taremi, veio a público negar as notícias que davam conta de que o jogador deixaria o Olympiakos para se alistar ao exército. O rumor ganhou força nas redes sociais na última segunda-feira (2).
Nas últimas horas, surgiram relatos nas redes sociais de que o ex-centroavante do Porto e da Inter de Milão pretendia deixar o gigante grego para se alistar ao exército iraniano. Essa decisão seria uma resposta aos ataques dos Estados Unidos e de Israel, que resultaram na morte de Ali Khamenei, líder supremo do Irã.
No entanto, essa informação foi negada pelo empresário do jogador, que disse que o atacante está "completamente" focado em seu trabalho em Atenas. Desde que chegou ao clube grego, o atacante marcou 16 gols e deu cinco assistências em todas as competições.
"Nas últimas horas, declarações atribuídas a Mehdi Taremi têm estado a circular que não refletem a realidade da situação. O jogador está completamente focado no seu trabalho, em Atenas, e no seu caminho profissional, com compromisso e determinação", disse Pastorello por meio do Instagram.
Pastorello ainda apelou pela responsabilização da divulgação das informações sobre o jogador. O agente ainda ressaltou que confia na responsabilidade das pessoas e no respeito.
"Num período delicado como este, é importante evitar interpretações fora do contexto ou reconstruções imprecisas. Nós confiamos no sentido de responsabilidade e no respeito de toda a gente", completou o empresário.
Mehdi Taremi é o principal jogador da seleção iraniana e um dos poucos jogadores iranianos que ainda atuam no futebol europeu. O atacante teve uma rápida ascensão em sua carreira ao chegar no Rio Ave em 2019, após isso teve uma passagem de destaque pelo Porto antes de ter uma passagem apagada pela Inter de Milão e chegou ao Olympiakos na última janela de verão.
Recentemente, o centroavante, de 33 anos, não conseguiu disputar a Copa do Mundo de Clubes por ter ficado preso em Teerã, capital do Irã, por conta do espaço aéreo do país ter sido fechado pelos ataques israelenses no ano passado. No último mês de janeiro, Taremi não comemorou um gol pelo Olympiakos como uma forma de protesto contra as represálias do governo iraniano aos protestos.