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Henrique vê Cruzeiro forte para bater Atlético-MG nas quartas da Copa do Brasil

Sorteio da CBF define clássico no confronto de mata-mata pelo torneio nacional

10 jun 2019
22h37
atualizado às 22h37
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Depois do empate por 0 a 0 com o Corinthians, no último sábado, no Mineirão, pelo Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro voltou aos treinos na tarde desta segunda-feira já sabendo que um sorteio, realizado um pouco mais cedo, definiu o arquirrival Atlético-MG como adversário nas quartas de final da Copa do Brasil.

Antes da atividade, o capitão cruzeirense Henrique concedeu entrevista coletiva e exibiu confiança nas chances de eliminar os atleticanos neste mata-mata, no qual a equipe de Mano Menezes atuará como mandante na partida de ida e depois decidirá a vaga nas semifinais como visitante.

"É um clássico nessa competição, definido por sorteio, mas uma hora teríamos que enfrentá-los, chegou o momento e vamos para cima porque o Cruzeiro sempre pensa nos objetivos maiores, e nós jogadores não somos diferentes disso, temos o mesmo pensamento. É o adversário que temos e vamos encará-los para vencer", ressaltou Henrique, destacando também que os outros possíveis rivais que poderiam encarar a equipe celeste também seriam complicados.

"Competição de mata-mata você não escolhe adversário, ainda mais nas fases que vão afunilando e nas quais estão todas as melhores equipes que classificaram, então todo adversário que vier será de alta qualidade, difícil de ser batido. Vamos para buscar nosso objetivo maior, que é passar de fase", reforçou.

O treinamento desta segunda-feira serviu como preparação para o jogo de quarta contra o Fortaleza, às 21 horas, no Castelão, na capital cearense, pela nona rodada do Brasileirão. E apesar de o Cruzeiro não vencer um jogo da competição desde o dia 5 de maio, pela terceira jornada do torneio, o atleta acredita que o time está em evolução e no caminho certo para encerrar este jejum.

"Como eu falei, desde o jogo com a Chapecoense (derrota por 2 a 1, no dia 26 de maio, em Belo Horizonte), a melhora da equipe é notória dentro de campo, mas precisamos converter esse rendimento em vitórias. Entramos em campo para vencer sempre, algumas vezes não acontece apesar de jogar bem, e precisamos mudar isso", disse Henrique.

EDILSON É SUSPENSO

Em julgamento realizado nesta segunda-feira no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o lateral-direito Edilson recebeu uma suspensão de duas partidas por "jogada violenta" ao acertar o atacante Nico López com uma cotovelada em duelo contra o Internacional, no Beira-Rio, pela quarta rodada do Brasileirão.

O jogador do time gaúcho foi atingido no rosto pelo cruzeirense, que acabou sendo expulso pelo árbitro, que mostrou o cartão vermelho direto ao flagrar a cotovelada. O atleta foi enquadrado por praticar agressão física e, punido por maioria de votos pelos auditores deste julgamento, levou uma suspensão que não terá nenhum efeito prático, pois ele já cumpriu estas duas partidas de gancho enquanto estava afastado para se recuperar de uma lesão na panturrilha direita.

Edilson esteve presente em seu julgamento e apresentou a sua versão sobre o lance que lhe rendeu a suspensão ao se defender da acusação de agressão. "A jogada em si são lances de dois a três segundos de pensar muito rápido. Fui realmente fazer a falta e matar a jogada. Não vou mentir, porém não tenho como ir de braços fechados. Fui de braços abertos para dar um tranco e fazer a falta. Em momento algum pensei em acertar o cotovelo nele. Já fui expulso algumas vezes, mas não tive essa maldade de acertar e dar uma cotovelada nele", disse o atleta.

O Internacional também foi julgado nesta segunda-feira, quando foi absolvido por unanimidade de culpa pelo arremesso de um copo no gramado em direção a Edilson depois de o lateral ser expulso no Beira-Rio. A decisão ainda cabe recurso.

Estadão
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