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Morre herói do título do Grêmio da Libertadores de 1983

Ex-jogador foi autor do primeiro gol tricolor na decisão da competição continental, contra o Peñarol

12 fev 2019
18h04
atualizado às 18h12
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O Grêmio perdeu nesta terça-feira um de seus ídolos, muito importante nas conquistas da Copa Libertadores de 1983 e do Mundial Interclubes do mesmo ano. Faleceu, aos 63 anos, o ex-atacante Caio, autor do primeiro gol tricolor na decisão da competição continental na vitória de 2 a 1 contra o Peñarol, no estádio Olímpico, em Porto Alegre.

Campeão da Libertadores e Mundial pelo Grêmio, Caio morre aos 66 anos
Campeão da Libertadores e Mundial pelo Grêmio, Caio morre aos 66 anos
Foto: Divulgação/Gremio.Net / Estadão Conteúdo

O ex-jogador morava em São Luís, no Maranhão, e sofria com problemas de saúde como a trombose. Em julho de 2017, ele chegou a ter a perna direita amputada. A outra perna também precisou ser amputada depois.

Luiz Carlos Tavares Franco nasceu no Rio de Janeiro, no dia 16 de março de 1955. Começou a carreira na base do Madureira, mas se profissionalizou pelo Botafogo. Chegou ao Grêmio em 1983 e ficou por duas temporadas. Teve participação fundamental na conquista da Libertadores daquele ano marcando 4 gols. Jogou também a final do Mundial Interclubes contra o Hamburgo, da Alemanha, em Tóquio, no Japão, entrando na segunda etapa.

"O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense lamenta com enorme pesar a perda de Caio, que ajudou a elevar ainda mais o nome do Grêmio, e se solidariza com os seus familiares, amigos e toda torcida gremista", escreveu o clube tricolor em seu site oficial.

Um de suas últimas aparições públicas foi no final do ano passado. Antes da partida contra o Corinthians, no dia 2 de dezembro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro, o Grêmio comemorou o aniversário de 35 anos da conquista do Mundial e, depois de celebrarem a data em um almoço, diretoria e jogadores da época fizeram a festa com torcida na Arena Grêmio, em Porto Alegre. Caio, em cadeira de rodas, teve a companhia de Cesar, Osvaldo, Mazaropi, China, Baidek, Tonho, o ex-técnico Valdir Espinosa e seu auxiliar Zeca Rodrigues.

Estadão

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