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Fortaleza abre conversas com bilionário russo para possível parceria

Equipe nordestina avalia possível acordo para intercâmbio de atletas com o PAOK, da Grécia

14 jan 2020
04h40
atualizado às 07h13
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O Fortaleza está em contato com representantes do bilionário russo Ivan Savvidis para formar uma possível parceria. O clube nordestino admite a existência de conversas em estágio inicial e se mostra interessado em avaliar as propostas. O empresário da área tabagista já foi presidente do Rostov, da Rússia, e desde 2012 é dono do PAOK, da Grécia.

O presidente do Fortaleza, Marcelo Paz, recebeu um contato de representantes de Savvidis na semana passada. O Estado apurou que foi apresentado ao clube tricolor uma ideia preliminar. A operação a ser firmada pode ser tanto uma compra, como no caso do Red Bull Bragantino, ou uma parceria para intercâmbio de jogadores jovens e de troca de experiências.

Nos últimos dias, Paz foi entrevistado pelo site grego Sport24 e revelou ter apresentado a ideia ao técnico Rogério Ceni. O ex-goleiro demonstrou ter gostado da oportundidade, por possibilitar o aumento do investimento no elenco. "Nosso treinador, Rogério Ceni, está ciente e muito empolgado com a perspectiva. Foi o primeiro contato, porque sabemos que o pessoal do PAOK ama o futebol brasileiro. Eles conhecem o Fortaleza, a dinâmica do time", disse o presidente.

Dentro do Fortaleza, o possível investimento do russo ainda é considerado distante. O clube avalia se tratar de uma conversa em estágio muito inicial, com a necessidade de mais análise e de discussões. "Houve sim uma procura, uma abordagem, e nós vamos conduzir isso com muito profissionalismo e muito cuidado para que seja algo bom para o clube", afirmou Paz em entrevista à Rádio Verdes Mares.

Fora a atuação empresarial, Savvidis teve participação na política russa como deputado do parlamento. No futebol, o dirigente se envolveu em uma grande polêmica em março de 2018. Irritado com a anulação de um gol do PAOK no fim de uma partida, o dono do time entrou em campo armado. O episódio rendeu ao time a perda de campo e ao dirigente, uma suspensão.

Estadão
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