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Fifa confirma Gianni Infantino como candidato único em eleição

6 fev 2019
12h14
atualizado às 12h14
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Presidente da Fifa desde fevereiro de 2016, quando foi eleito para dar uma vida nova a entidade afundada em escândalos e com ex-membros presos, o suíço-italiano Gianni Infantino irá permanecer no cargo, ao que tudo indica, até 2023. Isso porque, nesta quarta-feira, o atual presidente foi confirmado como candidato único na eleição prevista para acontecer em junho pela Federação Internacional.

"Após a convocação para a eleição divulgada pelo Conselho da Fifa em 10 de junho de 2018, as associações membras da Fifa propuseram, no devido tempo e método, o seguinte candidato para a eleição presidencial a ser realizada no 69º Congresso, em Paris, no dia 5 de junho de 2019: Sr. Gianni Infantino", escreveu a Fifa em comunicado.

Dessa forma, fica a expectativa da permanência de Infantino até 2023 na entidade máxima do futebol. Em novembro, o suíço já contava com o apoio de mais de 180 das 211 federações inscritas na Fifa e o ex-jogador suíço Ramón Vega, que havia anunciado sua intenção de se candidatar às eleições, não conseguiu reunir o apoio necessário de cinco federações.

Infantino, que assumiu o posto pela primeira vez em 2016, sucedeu Joseph Blatter na presidência da Fifa depois de um escândalo de corrupção que sacudiu o mundo do futebol. Blatter foi suspenso por um polêmico pagamento de cerca de 2 milhões de dólares a Michel Platini, que também foi afastado.

Uma das primeiras medidas implementadas por Infantino depois de assumir a presidência da Fifa foi aumentar de 32 para 48 o número de seleções participantes na Copa do Mundo, uma mudança que será colocada em prática a partir de 2026, quando Estados Unidos, Canadá e México sediarão em conjunto a competição. Mesmo assim, o presidente segue tentando fazer com que esta mudança seja antecipada para a Copa do Mundo do Catar-2022.

Infantino, ex-braço-direito de Platini na Uefa, defende também o polêmico projeto de um Mundial de Clubes com 24 equipes a partir de 2021. O atual presidente da Uefa, o esloveno Aleksander Ceferin, que será reeleito na quinta-feira à frente da entidade europeia, também como candidato único, se opõe ao projeto.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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