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Fernando Miguel vê Vasco maduro e projeta casa cheia em clássico

Apesar de derrota para o Grêmio, goleiro fica satisfeito e já projeta jogo com o Fluminense

15 jul 2019
20h24
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O capitão Fernando Miguel exaltou o amadurecimento do time do Vasco, apesar da derrota para o Grêmio, por 2 a 1, sábado, em Porto Alegre, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro. O goleiro prevê um grande segundo semestre da equipe após o trabalho feito pelo técnico Vanderlei Luxemburgo na parada para a Copa América.

"Entendo que nosso time amadureceu muito e teve o acréscimo de atletas que chegaram com uma característica interessante para somar na nossa equipe. Tem também a recuperação de jogadores, como o Castán, que não preciso dizer a importância dele para a nossa equipe. Teve a volta do Breno e o Ramon também chegou para fazer a transição para o campo. Nos fortalecemos bastante, as ideias do Luxemburgo estão claras para todos e demonstramos isso em Porto Alegre. Estamos mais seguros", disse Fernando Miguel, em entrevista coletiva nesta segunda-feira, no CT do Almirante, em Vargem Pequena.

Segundo o goleiro, o Vasco não vai entrar pressionado para o duelo deste sábado, às 11 horas, contra o Fluminense, em São Januário, pela próxima rodada do Brasileirão. E aproveitou para convocar a torcida para encher a casa vascaína.

"Vamos muito concentrados para esse clássico em São Januário. Esperamos ver o estádio lotado, até porque iremos jogar num horário que a população gosta. Queremos ver nossa casa bonita. Que seja uma grande partida e jogo seja limpo, bem jogado. Que leve os três pontos aquele que for melhor, sem interferência de nada", disse Fernando Miguel, referindo-se aos problemas com o VAR (arbitragem de vídeo) na derrota para o Grêmio.

Como dono da braçadeira de capitão, Fernando Miguel também comentou os incidentes de Porto Alegre, onde a arbitragem anulou um gol de Pikachu no início do segundo tempo e que colocaria o time de São Januário em vantagem por 2 a 0.

"A derrota, da forma que foi e com as circunstâncias que envolveram, gera incômodo, desconforto e inquietude na nossa equipe. Não poderia ser de outra forma, mas precisamos assimilar o que foi feito de bom, entender o que aconteceu no contexto do jogo inteiro, seguir em frente e continuar trabalhando", disse o atleta.

Estadão
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