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Guto Ferreira pede mais tempo para time do Bahia se entrosar

19 jan 2018
21h03
atualizado às 21h03
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Após o revés na estreia da temporada, contra o Botafogo-PB na Fonte Nova, o Bahia já tem que se voltar para o Estadual, que começa no domingo (21), diante do Bahia de Feira, fora de casa. O pouco tempo para recuperação e planejamento foram pauta do técnico Guto Ferreira após o jogo da Copa do Nordeste.

"Não gosto de ficar colocando desculpas. Em qualquer momento, ninguém quer saber de desculpas, quer saber de resolver problemas. Estou aqui para isso. A gente ainda carece de entrar no ritmo de jogo. Tivemos cinco estreias e com Elton foi a sexta. Temos muito que melhorar, estou consciente disso. Mas tivemos coisas importantes. Talvez situações que não foram melhores devido ao erro inicial que tivemos. Isso tirou a tranquilidade. O goleiro deles também foi feliz. Em termos de ataque, eles tiveram duas chances maiores. O gol e uma bola na trave no fim do jogo, quando já tínhamos ido para o tudo ou nada", disse Guto.

Sobre o tempo, o time teve menos de duas semanas de trabalho antes da estreia, e o técnico vê isso como ponto fundamental pelo baixo rendimento. "A primeira coisa básica é a recuperação da parte física. Junto com isso, a medida que eles estejam bem, dá pra trabalhar mais situações, para poder organizar a equipe da melhor maneira possível. Só trabalhando, repetindo, a gente consegue entrosar"

Além disso, Guto não garantiu se vai ou não realizar um rodízio do time no próximo jogo. "Não confirmo nada (sobre o rodízio). É preciso avaliar como a equipe vai sair, conversar. A gente tem uma ideia, que é repetir o time nos dois primeiros jogos, para adaptação. Temos um jogo em cima do outro. Temos que fazer um número de jogos para ganhar ritmo. Um número que permita não sofrer lesões. Temos que jogar dentro do planejado e conseguir resultados para embasar o que a gente pensa e poder executar. Não é número de jogos. É tempo. Vamos fazer sete jogos até o Carnaval. Se não houver treinos, vamos só exibir lousa e vídeo. Se não repete, a assimilação é mais lenta. Fora a parte física. Se joga e não tem tempo hábil de recuperação de 72 horas… Estamos entrando em campo com 66 horas ou menos de recuperação", declarou o técnico.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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