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Dono do PSG é investigado por corrupção ativa

23 mai 2019
09h09
atualizado às 09h09
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Nasser Al-Khelaifi, presidente do Paris Saint-Germain e também do canal de televisão BeIn Sports, foi acusado na manhã desta quinta-feira de corrupção ativa na investigação relativa às candidaturas de Doha ao Mundial de Atletismo de 2017 e de 2019, anunciaram fontes oficiais, confirmando uma informação do jornal francês Le Parisien.

O empresário havia sido declarado testemunha em março no processo judicial aberto em Paris, que também investiga as condições de escolhas das sedes dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 e Rio 2016. Ainda que a suposta corrupção tenha ocorrido, o evento acabou acontecendo em Londres, na Inglaterra, mas o Catar ganhou o direito de organizar a competição deste ano, entre os dias 27 de setembro e 6 de outubro, no Estádio Internacional Khalifa.

Convocado novamente em 16 de maio pelo juiz Renaud van Ruymbeke, Al-Khelaifi não compareceu alegando que estava na final da Copa do Emir do Catar de futebol, o que provocou sua acusação por correio, de acordo com fontes próximas ao caso, diz a .

O dirigente já vinha sendo oficialmente investigado na Suíça por suspeitas relacionadas a pagamentos que também envolviam o ex-secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke. Nasser Al-Khelaifi foi o responsável pela transferência de Neymar do Barcelona ao PSG em 2017.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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