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Fluminense sofre contra rivais fechados e liga alerta

27 fev 2019
12h00
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O empate sem gols do Fluminense com o o Antofagasta do Chile, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), pela estreia das duas equipes na Copa Sul-Americana não estava nos planos. O Tricolor dominou a maior parte do tempo, mas não foi efetivo na criação de jogadas. O domínio territorial aconteceu também contra outros adversários que optaram mais em fechar o meio-de-campo e, ao que tudo indica, voltará a acontecer na próxima sexta-feira, quando o time das Laranjeiras entra em campo às 16h (de Brasília) para encarar o Resende em Moça Bonita, campo do Bangu, também na capital, pela segunda rodada da Taça Rio, segundo turno do Campeonato Carioca.

Contra adversários como o Antofagasta e Resende, os jogadores sabem que vão precisar evoluir no quesito objetividade.

"Estamos enfrentando adversários que jogam atrás o tempo todo, na marcação, tentando explorar os nossos erros. É natural que isso gere uma certa dificuldade e estamos trabalhando para contornar esses problemas. Mas estamos focados no próximo compromisso", disse o volante Bruno Silva.

O técnico Fernando Diniz ameniza as críticas e fala que o time vem conseguindo produzir mesmo em condições adversas.

"Nós encontramos mais dificuldades contra equipes que marcam em bloco baixo e congestionam muito a entrada da área. Foi assim nos jogos contra o Vasco e contra o Antofagasta. Estamos trabalhando sempre buscando alternativas viáveis para furar esse bloqueios. Vamos à linha de fundo e buscamos cruzamentos com jogadores na área para finalizar. Isso é diferente dos chuveirinhos sem objetividade", disse ele.

Para este compromisso o time será definido nesta quinta-feira à tarde, na única atividade antes da partida. O meia Paulo Henrique Ganso, que não está inscrito na primeira fase da Copa Sul-Americana e não enfrentou o o Antofagasta volta a ficar à disposição. Após o treino começa o período de concentração.

Pela Copa Sul-Americana o Fluminense só volta a enfrentar o o Antofagasta no dia 21 de março, no Chile, no segundo jogo entre ambos. Quem ganhar avança e empate com gols serve ao Tricolor, pois os tentos anotados como visitante valem para critério de desempate. Novo 1 a 1 forçará a disputa de pênaltis.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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