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Zaga do penta se reencontra e vê Brasil de Tite entre favoritos

7 dez 2017
09h22
atualizado às 09h22
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Os zagueiros Lúcio, Roque Júnior e Edmilson dividiram o gramado do Pacaembu na noite da última quarta-feira. Reunido para um jogo beneficente promovido pelo GRAAC, o trio titular no pentacampeonato de 2002 manifestou confiança no sucesso do time de Tite no Mundial da Rússia 2018.

"A Seleção cresceu bastante e vem jogando cada vez melhor. Vai muito forte para a Copa do Mundo e, sem dúvida, com grandes chances. É claro que todos os países chegam bem preparados, mas o Brasil tem plenas condições de ser uma das equipes na briga pelo título", afirmou Lúcio, presente nas Copas de 2002, 2006 e 2010.

Na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia 2018, o time comandado pelo técnico Tite enfrenta Suíça, Costa Rica e Sérvia - coincidentemente, o Brasil também enfrentou o país centro-americano em 2002. A exemplo do companheiro Lúcio, Roque Júnior bota fé na Seleção.

"Acho que a chance é boa. Os jogadores já estão bem mais maduros, porque disputaram uma Eliminatória difícil, especialmente no começo. Isso ajuda bastante e credencia o Brasil como um dos favoritos. A chave é sempre complicada, mas há outras mais difíceis que a da Seleção", analisou.

Com passagens marcantes por Bayer Leverkusen e Bayern de Munique, Lúcio põe Alemanha e Argentina entre os principais adversários do Brasil na Copa do Mundo 2018. Roque Júnior citou as duas mesmas seleções, além de França e Espanha. Sobre a qualidade da zaga de Tite, ambos concordaram.

"O nível da defesa é excelente", elogiou Lúcio. "Estabilizou bastante. A Seleção, de um tempo pra cá, tem tomado poucos gols. Então, isso dá confiança e facilita. É claro que a defesa não é somente os dois zagueiros, mas sim o conjunto da equipe", ensinou o veterano, que deseja atuar profissionalmente em 2018.

Na noite da última quarta-feira, aos 39 anos de idade, Lúcio foi adversário de Roque Júnior (41) e Edmilson (41) no gramado do Pacaembu. Já o ex-centroavante Luizão (42), mais um pentacampeão de 2002, acompanhou parte do jogo beneficente da beirada do campo.

"Fazia tempo que não encontrava o Lúcio. O Edmílson, vejo mais. Tivemos uma história muito boa na Seleção. Às vezes, mesmo se você passa um tempo sem ver, quando reencontra parece que não é tanto tempo assim. É muito legal", descreveu Roque Júnior.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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