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Vitória da Bélgica dá 3ª medalha de Copa do Mundo a Henry

Pela França, atual auxiliar técnico dos belgas foi campeão em 1998 e segundo colocado em 2006

14 jul 2018 16h11
| atualizado às 16h26
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O triunfo da Bélgica sobre a Inglaterra neste sábado, em São Petersburgo, foi um prêmio de consolação para os talentosos jogadores do país, mas também coroou mais uma vez Thierry Henry. Auxiliar do técnico Roberto Martínez, o ex-atacante subiu ao pódio pela terceira vez em uma Copa do Mundo com o terceiro lugar da seleção belga.

Thierry Henry recebeu a medalha e posou na foto oficial, assim como o treinador Roberto Martínez
Thierry Henry recebeu a medalha e posou na foto oficial, assim como o treinador Roberto Martínez
Foto: Toru Hanai / Reuters

Considerado um dos grandes atacantes do futebol mundial nas últimas décadas, Henry atuou em função diferente na Bélgica. Acostumado a balançar as redes e definir confrontos, foi uma espécie de "braço direito" de Martínez e teve o seu trabalho exaltado pelo próprio treinador, além dos jogadores.

Ainda como uma jovem promessa, Henry fez parte da campanha do título mundial francês em 1998, em casa. Na ocasião, o então atacante de 20 anos do Monaco foi titular em três das sete partidas do país, entrou em outras três e só não jogou um minuto sequer no triunfo sobre o Brasil na final, por 3 a 0.

Henry também foi titular absoluto da França em 2002, na decepção com a queda ainda na primeira fase, e quatro anos mais tarde, na Alemanha. Já mais veterano, o atacante ajudou o país a chegar à final da Copa, ao atuar nas sete partidas disputadas, mas assistiu à Itália vencer a disputa de pênaltis na grande decisão. Nas quartas, marcou o gol que garantiu a vitória de sua equipe sobre o Brasil, por 1 a 0.

Com o ouro em 1998 e a prata em 2006, restava o bronze, que Henry conquistou este ano. De quebra, o ex-atacante estendeu seu legado de "carrasco" do Brasil. Afinal, nas três vezes em que subiu ao pódio na Copa, deixou pelo caminho a seleção. Com a Bélgica, viu do banco de reservas a vitória por 2 a 1 que eliminou o time de Tite nas quartas na Rússia.

Estadão
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