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Mundial da Rússia esteve no centro de escândalo de corrupção

Suspeitas de que a escolha da sede teria ocorrido por compra de votos aumentaram em 2015

14 jun 2018
11h09
atualizado às 11h14
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A Copa do Mundo da Rússia esteve sob fogo cruzado nos últimos anos em razão de denúncias de que a escolha da sede teria se concretizado por compra de votos. Um dos principais alvos das investigações, o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira sempre negou participação no esquema. As acusações miravam o dirigente e outros nomes de peso da cartolagem da América do Sul.

Visão geral de placa da Copa do Mundo em Sochi, na Rússia 12/06/2018  REUTERS/Hannah McKay
Visão geral de placa da Copa do Mundo em Sochi, na Rússia 12/06/2018 REUTERS/Hannah McKay
Foto: Reuters

Essa suspeita se avolumou após a prisão de vários capos do futebol mundial, em maio de 2015, às vésperas de um congresso da Fifa, na Suíça. Na oportunidade, o então vice-presidente da CBF, José Maria Marin, foi um dos detidos. Condenado pela Justiça dos Estados Unidos, ele espera a sentença num presídio de Nova York.

Ricardo Teixeira tinha cargo de executivo na Fifa e direito a voto na eleição de Rússia e Catar como sedes dos Mundiais de 2018 e 2002. Em relatório produzido internamente pela Fifa, o dirigente foi citado seis vezes como possível agente nas supostas negociações de compra de voto.

Essa investigação foi arquivada pelo Comitê de Ética da Fifa em 2014, o que gerou uma crise na entidade – havia na federação internacional de futebol quem defendesse que a apuração já não deixava dúvidas sobre o esquema de corrupção.

Em entrevista ao Terra, em junho de 2015, Teixeira disse que as denúncias eram descabidas, sem o menor fundamento.

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Fonte: Silvio Alves Barsetti

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