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Copa América de 1979: Maradona e o ano paraguaio

3 jun 2019
08h14
atualizado às 08h14
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A 31ª Copa América contou com todas as dez seleções da Conmebol, nos mesmos moldes da edição anterior, com três grupos de três na primeira fase e o atual campeão entrando direto no mata-mata. Sem sede fixa, as partidas foram disputadas em ida e volta. A Argentina apresentou para o torneio sul-americano um dos jogadores mais talentosos da história, enquanto os paraguaios tiveram um ano mais do que vitorioso.

Teve uma briga boa no grupo do Brasil. Estavam presentes as seleções da Bolívia e da Argentina, que estreava na competição o astro Diego Maradona, com apenas 19 anos. A altitude de La Paz se mostrou letal tanto para os hermanos quanto para os brasileiros. Mas a Seleção Brasileira conseguiu impor seu futebol, classificou-se com apenas um ponto a mais que os bolivianos e fez Maradona amargar também a eliminação.

Mesmo com uma seleção estrelada com nomes como Leão, Júnior, Falcão, Roberto Dinamite, Zico, Sócrates e entre muitos outros, os verde-amarelos não conseguiram superar o Paraguai nas semifinais. Na primeira partida, em Assunção, os visitantes perderam por 2 a 1. Já na segunda, no Rio de Janeiro, a equipe canarinho empatou por 2 a 2.

Os paraguaios conquistaram a competição após um duelo extra de desempate. Como tinham um saldo melhor, jogaram pelo empate e seguraram o 0 a 0 contra o Chile. Esse foi o segundo caneco erguido pelo Paraguai. Aliás, 1979 foi sem dúvida alguma um dos melhores anos da história do futebol paraguaio. Além desse título continental, o Club Olímpia foi campeão da Libertadores e do Mundial.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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