Maior artilheiro da história das Copas, Messi quase não virou jogador de futebol; entenda o tratamento com mais de 2 mil injeções que mudou seu destino
A trajetória do argentino quase tomou outro rumo: um diagnóstico na infância colocou em dúvida seu futuro como atleta profissional
A imagem de Lionel Messi levantando taças, quebrando recordes e decidindo partidas históricas já faz parte da memória do futebol. Mas existe um detalhe da infância do argentino que poderia ter mudado completamente a trajetória de um dos maiores atletas de todos os tempos!
Hoje dono de 18 gols em Copas do Mundo e isolado como maior artilheiro da história dos Mundiais, Messi precisou enfrentar uma batalha longe dos gramados quando ainda era criança. Diagnosticado com deficiência do hormônio do crescimento, o camisa 10 da Argentina teve seu futuro no esporte colocado em dúvida muito antes de encantar o planeta com a bola nos pés.
A condição exigiu anos de tratamento, aplicações diárias e um esforço financeiro que sua família teve dificuldades para sustentar. Sem isso, a história do futebol poderia ter sido bem diferente...
Diagnóstico assustou Messi ainda na infância
Messi tinha apenas 11 anos quando recebeu um diagnóstico que mudaria sua vida. Na época, o jogador media cerca de 1,30 metro, altura considerada compatível com crianças de oito ou nove anos.
Enquanto atuava nas categorias de base do Newell's Old Boys, o argentino já demonstrava talento acima da média, mas chamava atenção também pela baixa estatura em comparação aos demais garotos da mesma idade.
Exames médicos confirmaram a deficiência do hormônio do crescimento, condição que impede o desenvolvimento físico normal durante a infância e a adolescência.
Os médicos foram diretos: seria necessário iniciar um tratamento baseado ...
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