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Paes exalta avanços, mas avisa visitantes: Rio não é Londres

2 jun 2014
14h17
atualizado às 16h18
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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, afirmou nesta segunda-feira, durante a inauguração do IBC (centro internacional de transmissão, na sigla em inglês), que os estrangeiros que vierem ao Brasil esperando encontrar a Inglaterra irão se decepcionar. Segundo ele, é preciso levar em conta que o País está em desenvolvimento e trabalhando para superar as suas dificuldades.

<p>Paes afirmou que Brasil é País em desenvolvimento</p>
Paes afirmou que Brasil é País em desenvolvimento
Foto: Daniel Ramalho / Terra

"Este é um País que ainda não atingiu o nível de desenvolvimento das chamadas nações desenvolvidas. Todos aqueles que chegarem ao Brasil imaginando que chegaram à Inglaterra, que chegarem ao Rio pensando em Londres, vão ter uma experiência frustrante", afirmou.

Paes destacou os avanços do Brasil nas últimas décadas e disse que é por esta métrica que o País deve ser avaliado. “O que nós queremos chamar a atenção da imprensa é para que observe as enormes transformações pelas quais este país está passando.” Localizado no Riocentro, na zona oeste do Rio de Janeiro, O IBC (Centro Internacional de Transmissão, na sigla em Inglês) irá receber profissionais de 41 países das 86 emissoras credenciadas pela entidade para transmitir imagens do mundial.

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No local, serão centralizadas as imagens enviadas pela produção da Fifa TV de todos os jogos nas 12 cidades-sede da Copa. No espaço, com 55 mil metros quadrados, foram montados 17 estúdios de até 400 metros quadrados e conectados 350 monitores HD de 40 polegadas.

O secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Luís Fernandes, lembrou que o centro permitiu conectar por meio de fibra ótica toda a região amazônica, estrutura que permanecerá após os jogos. “É a primeira vez que essa região é toda conectada por banda larga. Esse é um dos grandes legados da Copa no Brasil”, afirmou.

"A importância do IBC é fazer com que meia população do planeta, cerca de três bilhões de pessoas, tenha condições de assistir à Copa do Mundo mesmo sem estar no Brasil. Foi um grande esforço que nos permitiu conectar por meio de fibra ótica a região amazônica do Brasil no programa federal de banda larga, integrando aquela região pela primeira vez. Esse é um grande legado da Copa no Brasil”, afirmou o secretário executivo do Ministério dos Esportes, Luís Fernandes.

A FIFA espera que o centro, que irá funcionar 24 horas por dia durante toda a Copa, faça a transmissão de cerca de 5 mil horas de programação.

Fonte: Terra
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