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Jornal: Blatter questiona Dilma sobre ausência em final e fica sem resposta

25 ago 2013
08h46 atualizado às 08h46
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08h46 atualizado às 08h46
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<p>Dilma n&atilde;o respondeu a carta enviada por Blatter</p>
Dilma não respondeu a carta enviada por Blatter
Foto: Reuters

A ausência da presidente da República, Dilma Rousseff, na final da Copa das Confederações no Maracanã, há dois meses, segue sendo um incômodo sem resolução para a Fifa. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o presidente da entidade, Joseph Blatter, afirmou que enviou carta à petista cobrando uma posição, mas ainda não recebeu resposta, descaso que o deixou incomodado.

“Escute. Eu escrevi a ela depois da Copa das Confederações. Na carta, expressei que estávamos insatisfeitos com o fato de que ela não esteve na final. Eu tinha que dizer isso a ela. Mas não recebi nenhuma resposta”, disse Blatter, à publicação. Ele foi visto com Dilma na abertura da Copa das Confederações, em Brasília, onde o Brasil venceu o Japão por 3 a 0. Ao ser anunciada, a brasileira foi vaiada pelo público.

Sucesso de público para a Copa do Mundo de 2014:

Na ocasião, Blatter, em posse do microfone para a solenidade de abertura, chegou a pedir “respeito” e fair play do público, que respondeu com mais vaias. A falta de diálogo com o governo brasileiro é uma das coisas que preocupa a Fifa em relação à Copa do Mundo de 2014. Outro fator seriam os protestos sociais que têm agitado o País. Blatter, no entanto, minimizou o temor.

“"Temos que entender algo. Quando tivemos a Copa das Confederações com os distúrbios sociais, mas com muito bom futebol, tivemos vozes pelo mundo dizendo que, no ano que vem, será um problema para o Brasil porque ninguém irá querer ir ao país. As coisas não estarão funcionando e existem protestos. Portanto, será uma Copa com problemas. Mas aí começamos a venda de ingressos e isso tudo é uma grande besteira”, afirmou o dirigente.

Valcke diz que está "tranquilo" com andamento de obras:

“Essa é a Copa do Mundo. Todos querem ir à Copa e porque o futebol é o esporte mais popular do planeta. Em segundo lugar, é a Copa do Mundo no Brasil, o país do futebol. As pessoas querem estar lá. É a confirmação da popularidade do Brasil, do futebol. Mas é também um recado de confiança para a organização. E não estou falando na organização do futebol, mas na organização política. É um apelo muito claro: estamos chegando, mas garanta que a Copa seja um sucesso. Mas estou certo de que o Brasil vai cumprir", complementou.

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Fonte: Terra
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