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Consórcio com gestora do estádio do Palmeiras se candidata a administrar Maracanã

Bravo Live, Golden Goal e T4F Entretenimento protocolaram o interesse de assumir as operações do estádio

21 mar 2019
21h53
atualizado às 21h53
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Um consórcio formado por três empresas declarou nesta quinta-feira o desejo de administrar o Maracanã. A Bravo Live, gestora do Allianz Parque, casa do Palmeiras, a Golden Goal e a T4F Entretenimento protocolaram o interesse de assumir as operações do estádio carioca enquanto um novo processo de licitação não é realizado.

"As empresas, que possuem ampla experiência no mercado de entretenimento, acreditam que podem contribuir significativamente com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, auxiliando na estruturação do trabalho de mapeamento e reformulação das operações do Complexo do Maracanã durante o processo de permissão de uso, em caráter precário, até a realização de novo processo licitatório", explicaram as empresas em nota.

Consórcio com gestora do estádio do Palmeiras se candidata a administrar Maracanã
Consórcio com gestora do estádio do Palmeiras se candidata a administrar Maracanã
Foto: Divulgação / Estadão

Enquanto a Bravo Live tem a experiência de administrar o estádio do Palmeiras, a Golden Goal já operou no Maracanã junto com Flamengo e Fluminense, e a T4F atua na área de entretenimento e é responsável pela realização de diversos shows de grande porte no Brasil.

"A Bravo Live, a Golden Goal e a T4F manifestam seu total interesse de atuar junto aos clubes do futebol carioca, a fim de desenvolver um modelo de operação que conjugue os interesses de todos, além de viabilizar que tais clubes atuem como sócios na gestão do Complexo Maracanã", apontaram.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou na última segunda-feira o rompimento unilateral do contrato de concessão do Maracanã. Com a medida, o poder público retomou o controle do estádio.

Um decisão da Justiça de setembro do ano passado determinava que a parceria firmada entre o Estado do Rio e a IMX-Holding S.A., que administrava o estádio, apresentava ilegalidades. A parceria foi firmada em 2013 originalmente para um período de 35 anos. De acordo com o governador, no entanto, "não dava para manter" uma empresa condenada pela Justiça.

Estadão
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