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Com problema no ombro, Manoel é dúvida no Corinthians contra o Ceará

Zagueiro se machucou em choque com o goleiro Cássio no clássico com o Santos

1 abr 2019
04h42
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O zagueiro Manoel passará por exames nesta segunda-feira para saber se terá condições de reforçar o Corinthians contra o Ceará na quarta-feira, em Itaquera, no jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil.

Como o time paulista venceu a primeira partida fora de casa por 3 a 1 pode ser que o técnico Fábio Carille dê um descanso ao jogador para que esteja 100% fisicamente no duelo decisivo com o Santos, na próxima segunda-feira, pela semifinal do Campeonato Paulista.

Manoel deslocou o ombro após se chocar com o goleiro Cássio no primeiro tempo do clássico de domingo com o Santos. O zagueiro, que abriu o placar para o Corinthians na vitória por 2 a 1, recebeu atendimento médico, teve o ombro colocado no lugar e seguiu na partida até o final. "O ombro já saiu do lugar duas vezes. Ele sai de vez em quando, e como tive um contato com o Cássio, acabou saindo. Vou tomar remédio e tratar para estar bem na quarta-feira (contra o Ceará)", comentou.

Na coletiva após a vitória, Carille disse que ainda não pensou em como escalará a equipe para o duelo com o Ceará. O treinador conta com Pedro Henrique e Marllon como opções. "Sinceramente não sei. Ainda não tive tempo para pensar nisso. Tem de esperar. O Manoel vai passar por exames, pode ser que se recupere", disse.

O treinador aproveitou para reiterar a confiança depositada em sua dupla de zaga titular: Manoel e Henrique. Os dois foram bastante contestados neste início de temporada. Tanto é que quando o nome dos dois jogadores aparecem no telão do estádio em Itaquera poucos torcedores aplaudem. Diferentemente de quando Gustagol é anunciado, por exemplo.

"Falam da zaga, mas muitas bolas não entraram no setor da zaga. O escanteio do gol do São Paulo foi em cima do triângulo (meio-campo), o gol contra o São Bento também uma bola no segundo. Quando fala de gol sofrido culpam muito os zagueiros, mas muitas vezes não é assim. Eu trabalho com correção. Confio demais nos dois."

Estadão
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