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Carille veta Manoel contra a Ponte e adota cautela sobre Boselli

Treinador pediu calma em relação à estreia dos dois últimos reforços anunciados pelo Corinthians

23 jan 2019
22h37
atualizado às 22h37
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O técnico Fábio Carille disse que ainda não contará com o zagueiro Manoel e acha pouco provável que o atacante Mauro Boselli faça sua estreia pelo Corinthians no duelo do próximo sábado, em Itaquera, contra a Ponte Preta pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

"Vamos com calma. (O Boselli) ficou muito tempo sem trabalhar com bola. Em 2015 tivemos a experiência com o Vagner Love, quando aceleramos ele não estava pronto ainda. Pode ser (que seja relacionado). Vamos definir amanhã (quinta-feira)", disse.

Sobre Manoel, o treinador confirmou que ele ainda não irá para o jogo. "Sem chance de jogar contra a Ponte". O zagueiro ficou de fora da pré-temporada no Cruzeiro por causa de uma catapora. Apresentado há uma semana, o jogador tem trabalhado normalmente com o restante do elenco.

Os dois foram regularizados no Campeonato Paulista na terça-feira. Sem eles no sábado, Carille deve manter o rodízio no parceiro de zaga de Henrique. Se isso acontecer, Pedro Henrique será o titular contra a Ponte. Para a vaga de centroavante, Gustagol ganhará mais uma oportunidade entre os titulares.

Em relação à derrota para o Guarani, Carille disse que a equipe ainda está em formação e acredita que evoluirá contra a Ponte Preta. "Houve uma mudança bem grande do elenco, e um tempo curto de trabalho. Temos de trabalhar bastante para ajustar. Aos poucos, naturalmente, vai acontecer o que a gente quer", disse

O atual treinador corintiano também minimizou qualquer clima de duelo com Osmar Loss, seu antigo auxiliar e que hoje está à frente do Guarani. "Não tem duelo nenhum. É um adversário como qualquer outro que tenho muito respeito", comentou.

"Ele foi muito feliz na partida. Fez uma jogada muito bem feita no primeiro gol, que a gente não acompanhou direito. Mas não tem nada de duelo, não, e sim um adversário que eu respeito bastante", finalizou.

Estadão

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