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Bruno Henrique elogia Mano, mas vê grupo "fechado" com Valentim

17 out 2017
18h20
atualizado às 19h02
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O volante Bruno Henrique concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira, na Academia de Futebol, mas o cargo de treinador do Palmeiras foi o principal assunto do dia. Agora comandado pelo interino Alberto Valentim, o meio-campista já trabalhou com Mano Menezes, outro cotado para assumir o Verdão, e fez elogios ao atual treinador cruzeirense.

"Não dá para responder (o que o Palmeiras ganharia com o Mano Menezes), porque isso é coisa de diretoria. Ele é um grande treinador, tive a oportunidade de trabalhar com ele. Mas temos que focar aqui", disse o volante, que esteve com Mano Menezes no Corinthians, em 2014.

Apesar dos elogios ao comandante da Raposa, Bruno Henrique deixou claro que o elenco alviverde está fechado com Alberto Valentim. Além disso, o atleta abordou a mudança de motivação dos jogadores com a alteração no comando técnico da equipe.

"Desde que o Alberto Valentim assumiu, estamos fechados com ele. Ele tem um futuro muito grande pela frente. Sabemos da nossa responsabilidade (para que ele possa ser efetivado). No que pudermos ajudar nessa caminhada, vamos ajudar, sim", disse. "Claro que quando muda o treinador, é outra filosofia, apesar de o Alberto já estar trabalhando com a gente. Cada treinador pensa de uma maneira diferente, tem sua forma de jogar. Essas coisas (de o time se motivar mais) acontecem, sim", finalizou o volante.

Em evento de apresentação dos grupos do Campeonato Paulista de 2018 nesta terça-feira, o presidente Mauricio Galiotte abriu a possibilidade para que Alberto Valentim seja efetivado no comando técnico do Palmeiras para a próxima temporada. Restando 10 partidas para terminar a temporada, o ex-auxiliar técnico de Cuca precisará mostrar serviço no período para se garantir no cargo de treinador após a virada do ano.

Se Alberto não for efetivado, a principal opção da diretoria alviverde é Mano Menezes. O treinador do Cruzeiro, campeão da Copa do Brasil neste ano, tem contrato apenas até dezembro e poderia deixar o clube por conta de divergências com o futuro presidente Wágner Pires de Sá. No entanto, a equipe celeste antecipou as tratativas por uma renovação e aumentou a proposta salarial do treinador, que agora parece mais próximo de permanecer em Belo Horizonte.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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