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Acabou-se o que era doce: CSA repete sina de outros clubes

3 dez 2019
14h47
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A alegria de subir para a Série A do Brasileiro, integrar a elite do futebol do País, é algo indescritível para muitos torcedores de clubes sem tanto apelo popular, nacionalmente, como foi o caso do CSA-AL, vice-campeão da Série B em 2018. Mas, a festa do time alagoano teve prazo de validade e o Azulão de Maceió vai ter de voltar à Segunda Divisão em 2020. Não é um caso isolado e essa tem sido a sina de vários clubes desde a efetivação do sistema de pontos corridos no Brasileiro, em 2003.

Foto: Pei Fon/Raw Image / Gazeta Press

De lá para cá, Brasiliense, América-RN, Ipatinga-MG, Santo André e Joinville viveram a mesma situação. Subiram para a Série A no colo de seus torcedores e no ano seguinte caíram para a Segunda Divisão.

O Brasiliense foi campeão da Série B de 2004 e amargou a lanterninha da Série A em 2005, para onde nunca mais voltou. O América-RN conseguiu a quarta colocação na Série B de 2006, festejou por semanas seu ingresso na elite e, em 2007, foi uma grande decepção, com a pior campanha de um time na Série A no atual modelo. Ganhou apenas 17 pontos, com quatro vitórias em 38 jogos, marcando 24 gols e levando 80. Ou seja, teve saldo negativo de 56 gols.

Em 2008, esse papel coube ao Ipatinga-MG, vice-campeão da Série B em 2007 e, no ano seguinte, último colocado da Série A.

O Santo André seguiu o rumo dos demais. Na Série B de 2008, abocanhou o segundo lugar, atrás apenas do Corinthians. Não se sustentou na elite em 2009, terminando na 18ª               [ posição. Outro que imitou os coirmãos foi o Joinville, campeão da B em 2014, com uma bela campanha. Mas, o time catarinense também se deu mal em sua única participação na Série A de pontos corridos. Encerrou a temporada de 2015 com a lanterna nas mãos.

Desta vez, em 2019, o CSA viveu essa transição, da euforia à frustração. Cabe perguntar se o mesmo destino estará reservado ao Bragantino, campeão da Segunda Divisão recentemente e assim garantido na Série A de 2020.

Fonte: Silvio Alves Barsetti
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