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Alvo de protestos, Barroca tem semana decisiva à frente do Botafogo

Torcedores pediram para o treinador deixar o clube após terceira derrota consecutiva

1 out 2019
21h53
atualizado às 21h53
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A semana pode ser decisiva para o técnico Eduardo Barroca no comando do Botafogo. Nesta terça-feira, os muros da sede em General Severiano foram pichados com frases contra a permanência do treinador e com críticas aos jogadores e também à diretoria. Um mau resultado no clássico contra o Fluminense, domingo, às 16 horas, no Engenhão, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro poderá causar alterações nas estruturas do clube.

O time desembarcou no Rio sem problemas nesta terça-feira, após a derrota para o Fortaleza, na segunda à noite. Mas as três derrotas consecutivas no Brasileirão causaram a revolta de parte da torcida que protestou em pichações com frases como "fora, Barroca", "fora, diretoria", "time sem vergonha" e "assume, Moreira Salles" nos muros da sede do clube.

Também nesta terça-feira, cerca de 20 torcedores foram até General Severiano e concentraram seus protestos no elenco, com gritos de "queremos raça" e "queremos jogador".

Sem uma vitória no Brasileiro desde 8 de setembro, quando bateu o Atlético-MG, no Engenhão, por 2 a 1, pela 18.ª rodada, o Botafogo vê seu sonho de disputar a Copa Libertadores ano que vem ficar cada vez mais difícil. A equipe soma 27 pontos, em 12.º lugar, dez pontos atrás do Bahia, sexto colocado e primeira equipe na zona de classificação para a competição sul-americana em 2020.

São quatro jogos sem vitória. Além das derrotas para Fortaleza, Bahia e São Paulo, o Botafogo também soma um empate com o Ceará nessa série negativa. Até por isso, para o duelo com o Fluminense, Barroca poderá fazer algumas alterações na equipe.

Estadão
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