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Vitória contra o São Paulo não esconde luta política no Fluminense

8 nov 2019
17h47
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O que era para gerar um clima de tranquilidade acabou deixando ainda mais exposta a crise política no comando do Fluminense. Antes do triunfo de 2 a 1 sobre o São Paulo, fora de casa, o vice-presidente de futebol Celso Barros defendia a demissão do técnico Marcão. Porém, em rota de colisão com o presidente Mário Bittencourt, o dirigente teve que aceitar a manutenção da comissão técnica.

Fluminense segue tentando fugir do rebaixamento (Foto: Lucas Merçon/FFC)
Fluminense segue tentando fugir do rebaixamento (Foto: Lucas Merçon/FFC)
Foto: Gazeta Esportiva

O assunto tinha tudo para chegar ao fim, porém, na entrevista coletiva que concedeu após o confronto, Marcão falou da situação, sem negar.

"Sabemos que estamos expostos ao resultado no futebol. Acompanho este esporte há muito tempo e sei como a coisa funciona. Estou muito tranquilo e procuro sempre trabalhar. Quando não acontece como imaginam, cria-se muitas especulações. Procuro ficar alheio e seguir meu planejamento, trabalhando com o grupo. Deixei o nosso presidente, junto do nosso vice, se resolverem", disse Marcão.

Celso Barros e Mário Bittencourt se tornaram aliados na última eleição presidencial, porém, uma possível disputa política entre eles poderia ser previsível pela relevância que ambos ganharam nas Laranjeiras nos últimos anos. Apesar disso, a divergência não chega a ser extrema e não impede que ambos estejam juntos na gestão. Pelo menos enquanto o time estiver afastando o risco de rebaixamento.

Dentro de campo o elenco realizou apenas um trabalho regenerativo e neste sábado, já no Rio Grande do Sul, Marcão define a escalação para o duelo do próximo domingo, às 16h(de Brasília), contra o Internacional no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), pela 32ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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