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Presidente do Fluminense critica possível volta do futebol no Rio de Janeiro

24 mai 2020
23h13
atualizado às 23h13
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Após uma reunião realizada neste domingo para projetar o retorno do futebol no Rio de Janeiro, o presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, que não compareceu e nem enviou representeantes ao encontro, criticou a ideia.

Para o mandatário, é inviável pensar em uma possível volta às atividades, principalmente após o estado registar um recorde no número de vitimas da covid-19. No sábado, 248 pessoas faleceram, totalizando 3.993 óbitos.

(Foto: Divulgação/Lucas Merçon)
(Foto: Divulgação/Lucas Merçon)
Foto: Gazeta Esportiva

"A gente fez uma nota mais cedo explicando que não recebemos um convite oficial da prefeitura, mas que esse não é o motivo do nosso não comparecimento, foi apenas para ilustrar que além de não concordamos com uma reunião neste momento, entendemos inadequado uma reunião para falar de futebol, forçar a volta do campeonato no momento que atingimos quatro mil mortes no Rio de Janeiro", disse ao Sportv.

Em comunicado, a prefeitura determinou uma série de medidas que os clubes devem tomar ao retornarem aos treinamentos, como por exemplo não realizarem treinos coletivos, nem rachões. A proposta é que os jogadores, sempre levando em consideração o protocolo de segurança contra a expansão do contágio da doença, realizem apenas reabilitação muscular e fisioterapia com bola.

Mais uma vez, Mário Bittencourt criticou duramente a ideia. "Essa nota (da prefeitura) fala em treino de fisioterapia com bola. Com todo respeito, isso é para inglês ver. As pessoas vão treinar com bola, vão fazer coletivo, não vai ter ninguém filmando o CT. Fisioterapia com bola? Pelo amor de Deus. Está se ultrapassando todos os limites nesse momento", finalizou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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