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Presidente do Flu explica negociação frustrada envolvendo Nino com time mexicano

8 jan 2022 19h50
| atualizado às 19h50
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O zagueiro Nino viu o desejo de ir para o futebol mexicano ser frustrado. Ele recebeu uma oferta do Tigres. Entretanto, o Fluminense queria um valor maior. Sendo assim, não liberou o defensor.

O Fluminense tem 60% dos direitos econômicos de Nino. O Criciúma é dono dos outros 40%. Sendo assim, como a oferta do Tigres foi de US$ 5 milhões (R$ 28,3 milhões) por 100%, o Tricolor Carioca teria direito a 3 milhões de dólares (R$ 17 milhões).

"Ele mesmo me ligou, falando que recebeu uma proposta do México que era muito boa para ele e gostaria de ir. Respondi que, se fosse algo bom para o Fluminense, iríamos fazer. A negociação evoluiu e chegou a proposta final de 5 milhões de dólares por 100%. Como a gente tem 60%, disse a ele, ao presidente do Tigres também, que foi muito educado, que se ficássemos com algo entre 4,4 a 5 milhões de dólares, faria o negócio. Mas precisaria da anuência do Criciúma e a primeira resposta verbal deles foi que iriam fazer, mas, em algum momento, desistiram", disse o presidente Mário Bittencourt.

Bittencourt, após o fracasso da operação, já conversou com Nino. Ele destaca o comprometimento do zagueiro e não descarta uma possível venda no futuro.

"Quando recebi a notícia, comuniquei ao Tigres, ao representante do Nino e liguei para o jogador. E ouvi: 'Presidente, não era para ser. Sou muito feliz aí e continuarei feliz. Obrigado por todo empenho para tentar fazer uma equação boa para todos nós, inclusive para mim, financeiramente. Eu me apresento segunda para começar a pré-temporada'. Ele é um cara de um grande caráter. Se chegar uma nova proposta e for boa para o Fluminense e para ele, a gente, em três mãos (com o Criciúma), vai tentar fazer uma equação. Senão, ele segue conosco com o maior prazer, com o maior orgulho", completou.

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