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Torcida do Flamengo compra 25 mil ingressos em 2h para jogo de 23 de outubro

Confronto será válido pela volta da semifinal da Copa Libertadores da América

11 set 2019
21h56
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A vaga na semifinal da Copa Libertadores e a liderança do Campeonato Brasileiro deixam o torcedor do Flamengo em êxtase. A 42 dias do segundo confronto da competição sul-americana diante do Grêmio (23 de outubro), os flamenguistas precisaram de apenas duas horas para comprar, nesta quarta-feira, 25.100 ingressos.

A expectativa é de que a venda fique restrita apenas à internet. A carga total é de 68.015, incluindo cortesias e gratuidades e o valor é de R$ 70.00 a R$ 1.200,00. Este vai ser o último jogo do Flamengo, no Maracanã, nesta edição da Libertadores. Pois a final, caso o time carioca se classifique, será disputada em jogo único no dia 23 de novembro, em Santiago, no Chile.

Como mandante, em 2019, o Flamengo registra oito jogos com mais de 60 mil pessoas no Maracanã. O maior público foi registrado no empate, por 1 a 1, diante do Athletico-PR, quando o rubro-negro carioca foi eliminado da Copa do Brasil: 69.980 torcedores. O segundo (67.664) ocorreu na vitória sobre o Emelec, por 2 a 0, na Libertadores. No Brasileiro, o jogo mais visto foi a vitória sobre o Palmeiras, por 3 a 0, com 65.969 pessoas.

Nesta quarta-feira, os jogadores treinaram pela manhã no CT Ninho do Urubu. Os jogadores foram submetidos a exercícios físicos na academia e também no gramado. O Flamengo continua sua preparação para a "decisão" contra o Santos, sábado, às 17 horas, no Maracanã. Um empate garante para o time da Gávea o título simbólico do primeiro turno, pois soma 39 pontos, contra 37 do Santos.

Pela primeira vez, o técnico Jorge Jesus terá a oportunidade de repetir a escalação do Flamengo. Sem problemas de lesão ou suspensão, o treinador português deverá colocar em campo o mesmo time que bateu o Palmeiras na rodada passada. Ou seja: Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luís; Willian Arão, Gerson e De Arrascaeta; Everton Ribeiro, Bruno Henrique e Gabriel.

Estadão
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