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CR7 faz gols de erros, pênalti ou bola parada, diz Fabregas

23 jun 2018
12h02
atualizado às 12h35
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A artilharia da Copa do Mundo está dividida entre Romelu Lukaku, da Bélgica, e o português Cristiano Ronaldo, ambos com quatro gols. Para o espanhol Cesc Fabregas, que está fora desta edição do Mundial, no entanto, os feitos do capitão de Portugal não merecem ser assim tão comemorados.

Foto: Maxim Shemetov / Reuters

"Sim, ele está jogando bem, mas se você realmente olhar para o que ele fez, ele marcou um de pênalti, um de falta, um gol advindo de escanteio e um outro com um chute que David de Gea deveria ter defendido", em artigo publicado pela emissora BBC na última sexta-feira. Ele também comentou das seleções alemã e argentina na publicação.

O assunto veio à tona quando Fabregas disse que esta Copa está melhor na parte defensiva do que na ofensiva. "O México teve Carlos Vela acompanhando Toni Kroos por 60 minutos, porque eles sabiam que ele era o motor da equipe da Alemanha, o que os faz atacar. A Suíça fez algo parecido com Valon Behrami em Neymar quando jogou contra o Brasil", iniciou.

E, então, elogiou CR7, mas com ressalvas. "Cristiano Ronaldo tem um papel diferente para Portugal, ele fica principalmente na frente e já não corre por todo o campo. Ele é um dos grandes nomes da Rússia que fez um forte começo para esta Copa do Mundo, em termos de gols, com quatro até agora, mas você não pode dizer que ele e Portugal mostraram ótimas combinações ou futebol tiki-taka para marcar grandes gols", finalizou sobre o assunto.

Além disso, ele também comentou sobre a pressão em cima dos alemães, que perderam em sua estreia diante do México, e relembrou a mesma situação da Espanha campeã de 2010, quando perdeu seu primeiro jogo contra a Suíça. "Às vezes, é bom entrar em pânico um pouco, especialmente para as equipes de ponta, como Alemanha, Espanha, Argentina e Brasil, que não conseguiram vencer os jogos de abertura".

Sobre Messi, ele disse que não é tudo culpa dele. "Ver Messi parado não acontece com frequência, então você tem que dar o crédito à Islândia. Eu pude ver que Leo, enquanto o jogo continuava, estava voltando para tentar fazer as coisas acontecerem", iniciou. "Foi assim contra a Croácia, mas não foi tudo culpa dele. Como eu disse na minha análise de TV após a derrota da Argentina, eles parecem um time quebrado".

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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