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Brasileiro da Costa Rica tem o pai como exemplo para vencer

13 jun 2014
18h25
atualizado às 18h58
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Celso Borges é um desconhecido no Brasil. O volante da Costa Rica que estreia neste sábado, às 16h (de Brasília), na Copa do Mundo, no entanto, tem muito em comum com o País e quer apoio a sua seleção no grupo da morte durante a Copa do Mundo.

<p>Conselhos de Clodoaldo será um dos trunfos do brasileiro na Copa</p>
Conselhos de Clodoaldo será um dos trunfos do brasileiro na Copa
Foto: Ivan Storti / Divulgação Santos FC

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O segundo brasileiro naturalizado por outro país a entrar em campo no Mundial segue os passos do pai, Alexandre Guimarães, brasileiro ídolo no país caribenho que disputou a Copa de 1990, na Itália, como jogador e dirigiu os costarriquenhos em 2002, no Japão e Coreia do Sul, e 2006, na Alemanha.

"É especial (essa Copa) por ser diferente, por estar podendo treinar aqui no Brasil, é diferente a sensação pois existe o aspecto familiar para mim, que é um bônus. É diferente jogar aqui, tenho os meus familiares no Rio para torcerem. Será maravilhoso fazer parte dessa história, também", disse o volante.

Celso atua no AIK, da Suécia, e é um dos líderes do time do técnico José Luis Pinto. Sua história com a seleção é longa, tem convocações desde as categorias inferiores e dificuldade para falar o português.

Para a difícil missão de superar as campeãs mundiais Itália, Inglaterra e Uruguai no Grupo D, o jogador conta com um apoio especial, do volante Clodoaldo Tavares Santana, campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1970, de quem recebeu visita no início dos trabalhos na Vila Belmiro, em Santos, litoral de São Paulo.

"Para nós é importante receber a visita de grandes jogadores, ainda mais de campeões do mundo. Ficamos honrados com a presença dele. Escutava sobre ele do meu avô, do meu pai, então foi uma experiência muito bonita pelo que representa", explicou.

A Costa Rica, de fato, precisará de apoio na competição. Além da difícil missão de surpreender em um dos grupos mais difíceis do Mundial, terá que se adaptar aos cortes, o último inesperado do lateral direito Heiner Mora. "O forte desse grupo é o (trabalho) coletivo, cada um entende o seu esforço individual para o resultado final ser coletivo. A experiência de jogar mundiais para muitos é nova, mas estamos calmos", concluiu.

Fonte: K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME
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