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Urso fala em "briga sadia" com chegada de Jesus e deixa bomba na mão de Carille

11 mai 2019
09h18
atualizado em 13/5/2019 às 16h01
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Na última quinta-feira, o Corinthians oficializou a chegada de Matheus Jesus, que se destacou com a camisa do Oeste na disputa do Campeonato Paulista deste ano. Mais um volante integrado ao elenco de Fábio Carille, Jesus vê Ralf e Júnior Urso consolidados no setor.

De acordo com o próprio Urso, em entrevista coletiva concedida na última sexta-feira, a briga entre os atletas da posição será sadia - no entanto, o atleta de 30 anos deixou claro que o treinador do Timão tem uma "bomba" para resolver nas mãos.

"É uma briga sadia. Todos querem ajudar, queremos nosso prato de comida. É importante jogar para todos nós da posição. O Matheus Jesus é muito bem vindo, recebemos ele da melhor maneira possível, é mais um para ajudar. Mas, no treino, é cada um defendendo o seu. A bomba fica na mão do Carille, não somos nós que definimos isso. São atletas de alto nível para duas ou três posições", afirmou, antes de 'tirar o seu da reta'.

"Se bem que o Jesus é canhoto, acho que não fica pra mim, jogo pela direita. Mas se tiver que disputar posição, estou aqui."

Matheus Jesus ficará vinculado ao Corinthians até o final da temporada por empréstimo - o atleta pertence ao Estoril, de Portugal. Entretanto, o acordo prevê compra fixada - a partir daí, o contrato do jogador com o Timão será válido até dezembro de 2023. Jesus foi o 13º reforço da equipe paulista para a temporada.

Apesar do alto número de contratações, Júnior Urso contou que Grêmio e Palmeiras, por exemplo, levam vantagem por questões de entrosamento. Ainda assim, o volante demonstrou acreditar que a equipe do Parque São Jorge está "no mesmo nível dos demais".

"Corinthians contratou bastante, outras equipes também, mas que saem na frente porque tem elenco que está junto há mais tempo - caso do Grêmio e do Palmeiras também. E aí acaba que eles têm esse entrosamento. O Corinthians está no mesmo nível dos demais. Tem tudo para crescer desde que escute o que o treinador nos passa. Precisamos desse crescimento em campo e mental para executar o trabalho da melhor maneira e agir com calma em campo. O que nos falta é mais psicológico do que o lado físico ou técnico", finalizou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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