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Torcida do Corinthians cobra até ídolos do clube em protesto

Em manifestação, os torcedores protestaram até contra o goleiro Cássio, o lateral-direito Fagner, o zagueiro Gil e o atacante Jô

6 out 2020 - 16h46
(atualizado às 16h59)
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Torcedores organizados do Corinthians protestaram nesta terça-feira, em frente ao portal principal do CT Joaquim Grava, e não pouparam ninguém. Até o goleiro Cássio, o lateral-direito Fagner, o zagueiro Gil e o atacante Jô foram alvos na manifestação.

Viaturas da Polícia Militar estiveram na porta do CT Joaquim Grava e os policiais apenas acompanharam o protesto, que foi pacífico - ao contrário da cobrança realizada no dia 14 de setembro, quando jogadores tiveram de correr para entrar no ônibus do clube estacionado do lado de fora do Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Gaviões da Fiel protestou em frente ao CT Joaquim Grava, nesta terça (Foto: Guilherme Amaro/Lancepress)
Gaviões da Fiel protestou em frente ao CT Joaquim Grava, nesta terça (Foto: Guilherme Amaro/Lancepress)
Foto: LANCE!

"Cássio, Fagner, Gil, Avelar, Jô... serão cobrados todos, sim" , dizia uma das faixas penduradas pelos torcedores na entrada do CT. Eles também cantaram: "Alô, Cássio... presta atenção, sua história não é maior do que a do Coringão". O goleiro está no clube desde 2012 e foi um dos heróis dos títulos da Libertadores e do Mundial de 2012.

Outra faixa ainda cobrava a contratação de um técnico. Tiago Nunes foi demitido no dia 11 de setembro e, desde então, o treinador do sub-20, Dyego Coelho, assumiu o comando da equipe de forma interina.

O presidente Andrés Sanchez foi bastante cobrado no protesto desta terça-feira. O ex-diretor de futebol e atual candidado a presidente pelo grupo de situação, Duílio Monteiro Alves, também foi lembrado pelos torcedores.

O Corinthians está em 14º lugar no Campeonato Brasileiro, com 14 pontos, apenas dois a mais do que o Coritiba, o primeiro time da zona de rebaixamento. Na próxima rodada, a equipe alvinegra tem pela frente o Santos na Neo Química Arena. Os torcedores cantaram "amanhã é guerra", em referência ao clássico desta quarta.

 

Estadão
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