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Salário de Danilo Avelar dificulta busca do Corinthians e do próprio jogador por novo clube

19 jan 2022 07h08
| atualizado às 07h08
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O Corinthians tem encontrado dificuldade para arrumar um novo clube para Danilo Avelar.

O jogador não entra em campo há um ano e três meses, mas está recuperado da cirurgia de reconstrução do ligamento no joelho direito.

O clube já deixou claro que Avelar não defenderá mais o Timão por causa do ato de injúria racial cometido pelo zagueiro na internet.

"O Danilo Avelar não vai mais jogar no Corinthians. Ele não joga aqui. Nós vamos achar uma situação para ele, vamos vendê-lo, vamos emprestá-lo, estamos só aguardando o final da transição dele do departamento médico, lógico, para poder estar apto para poder trabalhar em qualquer lugar, mas no Corinthians ele não joga mais", reiterou o diretor de futebol Roberto de Andrade em dezembro.

O grande problema é o salário de Danilo Avelar. A Gazeta Esportiva apurou que os clubes que procuraram informações junto aos dirigentes corintianos e também ao representante do atleta, interessados em negociar, se assustaram com a despesa.

Para evitar qualquer futuro problema judicial, o Corinthians tem tratado Danilo Avelar como qualquer outro jogador do elenco. Ele não tem trabalhado à parte ou algo parecido, mesmo ciente de que não faz parte dos planos da equipe.

Enquanto isso, clube e jogador seguem em busca de uma solução, que no caso significa encontrar um novo time para Avelar seguir com a carreira.

Em 2019, a diretoria corintiana acertou a compra de 100% dos direitos econômicos de Avelar junto ao Torino, da Itália, depois dele defender o alvinegro por empréstimo.

A aquisição foi acordada em duas parcelas iguais de 750 mil euros. A primeira foi paga em março, com oito meses de atraso, depois dos italianos procurarem a Fifa. Na ocasião, o valor era equivalente a R$ 5 milhões.

A última parcela é o novo problema, pois ela segue pendente. A princípio, o Corinthians deveria fazer o pagamento em junho. Na cotação atual, 750 mil euros valem R$ 4,7 milhões. O caso, de novo, está na Fifa.

O Corinthians alega que problemas oriundos da pandemia impediram que o compromisso fosse honrado na época correta, mas o valor já foi colocado na previsão orçamentária de 2022.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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