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Ex-Timão, Deivid vê escola gaúcha de técnicos "enraizada" no Corinthians

25 mar 2019
08h34
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Com passagens marcantes por Santos, Corinthians, Cruzeiro e Flamengo, o ex-atacante Deivid foi o convidado do último domingo do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta. Em um dos tópicos do programa, Deivid afirmou que, graças a Tite e Mano Menezes, enxerga a escolha gaúcha de estilo de jogo já como parte da equipe do Parque São Jorge.

"Você pega o time do Corinthians do final dos anos 90 e vê o futebol jogado. O Carille ficou nove anos, quem colocou ele lá foi o Mano (Menezes). Aí sempre alternou entre Mano e Tite. Nesse meio, veio Oswaldo (de Oliveira), não conseguiu propor jogo; veio Cristóvão Borges, também não conseguiu. Isso porque a escola gaúcha já está enraizada dentro do Corinthians, e imprensa e torcida já compraram a ideia", afirmou.

Também ex-técnico e agora empresário, Deivid detalhou o porquê da desistência da carreira como treinador e apontou o imediatismo no futebol brasileiro como principal culpado. O ex-atacante utilizou o exemplo de André Jardine, ex-São Paulo, para explicar sua decisão.

"Desisti da carreira de treinador, no Brasil não tem como. O imediatismo não deixa a gente trabalhar. A saída do Cruzeiro me deixou muito chateado. Tive uma derrota (na equipe). Se falava muito em projeto de um ano, e tudo se resumiu a uma derrota. É algo cultural no Brasil. Aqui, você faz contrato de um ou dois anos, mas seu trabalho se resume a uma derrota. A trajetória do Jardine… que convicção você tem de colocar um treinador no cargo e, depois de dois ou três meses, tirar? Qual a conclusão disso?", indagou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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