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Carille admite "jogo chato" e explica opção por Love no Corinthians

23 ago 2019
01h21
atualizado às 01h21
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O Corinthians não conseguiu passar de um 0 a 0 com o Fluminense dentro da Arena de Itaquera nessa quinta-feira. Mesmo assim, Fábio Carille evitou maiores lamentações pelo resultado que abriu as quartas de final do torneio continental.

"A expectativa quando se faz jogo em casa sempre é pela vitória, mas para passar para uma semifinal de Sul-Americana não é fácil. Jogo decisivo, o Fluminense mudou totalmente sua característica, a gente pressionou, lutou, mas na parte técnica e organização ficou abaixo. A parte defensiva se comportou bem", avaliou o treinador.

"A intensidade foi a mesma, mas foi um jogo muito amarrado, parado, ficou chato de assistir, principalmente. Toda falta parava muito, o Fluminense cadenciando também".

Na busca por uma vantagem mínima, Fábio Carille apostou em Jadson, Boselli e Gustavo na etapa final. A disputa interna pela titularidade na referência do ataque, aliás, tem mexido com os brios de muitos torcedores.

"Depois da parada para a Copa América, a gente a achou a forma de jogar. A gente trabalhou uma situação. Usar o Love depende muito da característica. Nos prepararmos para o que tínhamos contra o Fluminense. O Love seria melhor que o Boselli para esse jogo. É assim que a gente vem trabalhando".

O Corinthians agora viaja à Florianópolis, local do confronto com o Avaí no domingo, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. O reencontro com os cariocas pela Sul-Americana está agendado para quinta-feira da semana que vem, no Maracanã.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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