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Andrés faz revelações sobre Ronaldo, Defederico, Jonathan Cafú, Romero e Carille

22 set 2021 08h05
| atualizado às 08h05
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Ao seu melhor estilo, entre a rispidez e as risadas a cada resposta, Andrés Sanchez voltou a adotar o modo 'sincerão' durante participação no podcast Inteligência Ltda, na noite dessa terça-feira.

O ex-presidente do Corinthians, acompanhado de um copo com whisky e gelo, falou sobre alguns de seus momentos à frente do Timão e fez revelações.

Veja alguns trechos da entrevista de Andrés Sanchez:

Gols de Ronaldo na final do Paulista de 2009

"Ronaldo estava com 107 quilos, e a imprensa falava que ele estava gordo, com 97. O Ronaldo estava com 106,930 quilos no gol contra o Santos".

Ambiente do grupo que tinha Ronaldo

"Naquele time, tinha jogador que fumava no vestiário, no intervalo do jogo. E os caras iam lá e ganhavam. Foram campeões assim. Agora é uma puta frescura, acham que o time perde porque o cara foi pra balada. Não tem nada a ver. Jogador só vai pra balada quando time ganha, nunca vai quando perde".

Contratação que gerou arrependimento

"Quem me arrependo de ter liberado pra contratar, porque todos são indicados pelo técnico e pelo Cifut, foi o Defederico. Tomou 5 milhões de dólares do Corinthians, pqp. Mas, o treinador pediu, e era o Carille e o Mano, que também quis. Foi pro baralho, jogatina, viu que no Brasil tem mulata e também tem loira… Se empolgou no Brasil. Defederico se perdeu".

Aposta em Carille

"Ele não reconhece, mas o Carille só é o que é por minha causa. Roberto tinha contratado o Rueda, só faltava assinar. Foi uma das únicas brigas que tive com o Roberto, para deixar o Carille".

Demissão de Carille

"Na segunda (passagem), ele pediu demissão, mas voltou atrás. Ele tinha uma multinha pra receber, mas faz parte, não vai mudar nada".

Salário de Jonathan Cafú

"É R$ 210 mil, não é R$ 300, como falam. Mas, é muito também, claro".

Afastamento de Romero

"Jogador tem um ano de contrato e fala 'eu não vou renovar'. Eu vou fazer o quê, bater nele? Foi o que eu fiz com o Romero: afastei ele. Ficou seis meses sem jogar. Fui criticado, mas está bom, eu não quero pôr ele pra jogar. É coisa de diretoria, não é o treinador. É um direito que eu tenho".

"Ele não quis renovar, oferecemos segundo maior salário do Corinthians pra ele, e ele não quis renovar. Ele queria sair livre, ou revender o passe, como o Guerrero. Por exemplo: 'quanto vale o passe? 10 milhões? Me dá 5 e eu fico'. É a recompra que fala, ou você aceita ou não aceita. É CLT".

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