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Seleção Brasileira

"Nem sei qual a função de um psicólogo", diz Fernandinho

15 nov 2014
11h15
atualizado às 16h34
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A recuperação mental da Seleção Brasileira após a dura derrota por 7 a 1 na semifinal da Copa do Mundo ainda é assunto central na nova fase da equipe nacional. Sob o comando de Dunga, até o momento, o time venceu os cinco amistosos que disputou, com boas exibições e sem sofrer nenhum gol. E para os atletas brasileiros, uma sequência de triunfos com um futebol convincente é mais benéfica do que qualquer trabalho complementar de psicologia.

Fernandinho segue na Seleção com Dunga
Fernandinho segue na Seleção com Dunga
Foto: Bruno Domingos/Mowa Press / Divulgação

"Para falar a verdade, nunca fui ao psicólogo, então nem sei qual a função", disse Fernandinho. Mas ele não estava na Copa de 2014, quando Felipão trabalhou com uma psicóloga e até a levou para a concentração da Seleção depois das oitavas de final contra o Chile? "Sim, mas eu nem conversei direito, então não sei qual a real função", repetiu ele. "Para mim, o que vale é o cara se preparar bem, ter a confiança do treinador, chegar em campo e fazer aquilo que tem que fazer".

O volante do Manchester City, autor de bela assistência para o primeiro gol de Neymar na vitória por 4 a 0 sobre a Turquia na última quarta-feira, afirmou que não viu grandes diferenças entre o trabalho emocional feito por Luiz Felipe Scolari e Dunga. Na avaliação do jogador, a motivação para atuar na Seleção Brasileira é sempre a mesma: vencer e fazer jus à história da camisa amarela.

"O trabalho emocional é um que o jogador brasileiro sempre faz, a mentalidade de vencer. Quando você entra é para ganhar, você sabe da responsabilidade que a Seleção tem, principalmente pelo histórico, os jogadores que já teve, o peso da camisa é muito grande. Eu vejo o psicológico dessa maneira: ganhar, jogar bem, dar sequência. A cobrança vai ser sempre para ganhar, então a maneira que a gente tem é se preparar para ganhar todos os jogos que a gente tem pela frente", declarou.

Para o meia Oscar, o melhor remédio para restabelecer a confiança e a autoestima da Seleção também já está sendo aplicado: jogar bem, vencer, convencer. "Acho que gol e vitória, isso não tem coisa melhor. O seu psicológico, quando você vence, quando joga bem, você fica muito mais feliz e muito mais tranquilo. Estamos tentando fazer isso em todos os jogos, jogar bem, ganhar bem, e esperamos fazer cada vez melhor".

Na última sexta-feira, o zagueiro David Luiz também havia falado sobre o trabalho psicológico nas Seleções de Felipão e Dunga. O jogador do PSG se esquivou sobre o tema e disse que respeita todo tipo de auxílio profissional.

Fonte: Terra
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