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Brasil mantém otimismo para Copa do Mundo feminina apesar de sequência de 9 derrotas

15 mai 2019
12h24
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Uma das nações mais tradicionais do futebol feminino, o Brasil segue para a Copa do Mundo de futebol feminino na França em seu pior momento.

Érica e Marta comemoram gol da seleção brasileira de futebol feminino
06/07/2011
REUTERS/Kai Pfaffenbach/File Photo
Érica e Marta comemoram gol da seleção brasileira de futebol feminino 06/07/2011 REUTERS/Kai Pfaffenbach/File Photo
Foto: Reuters

"Precisamos estar unidas", disse a meio-campista Erika à Reuters depois do último jogo de aquecimento da seleção, uma derrota de 1 x 0 para a Escócia.

"Nove derrotas seguidas para uma seleção brasileira que sempre quer vencer não é normal, mas estamos trabalhando duro e acho que quem for à Copa do Mundo chegará lá mais forte e com mais experiência, e tenho certeza de que iremos com uma nova mentalidade".

"Esta é a fase preparatória", acrescentou a meio-campista do Corinthians. "Quando chegarmos lá, será 0 x 0 para todo mundo".

O Brasil está no Grupo C com Austrália, Itália e Jamaica, e tentará superar seu melhor resultado, uma derrota para a Alemanha na final de 2007.

Desde que bateram o Japão por 2 x 1 em julho, as brasileiras foram incapazes de vencer partidas em casa ou no exterior, o que inclui derrotas para os Estados Unidos, favoritos da Copa do Mundo, França, Japão e Inglaterra.

O time está em 10º no ranking mundial, seu pior lugar, e Erika admitiu que isso dará coragem às adversárias.

"Os outros times verão que estamos mais fracas psicologicamente, mais do que em campo, e não nos respeitarão tanto", opinou.

Parte do problema do Brasil é a instabilidade comum em todos os níveis do esporte na América do Sul. A seleção trocou de comando cinco vezes desde 2011, e a única técnica foi demitida de forma polêmica em 2017 depois de meros 10 meses no cargo.

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