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Botafogo

Jair Ventura não faz questão de ser favorito na Libertadores

10 ago 2017
22h48
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O Botafogo vem fazendo uma grande campanha na Taça Libertadores, mas o time continua sendo visto como um "azarão" pelos adversários. Essa situação não abala o técnico Jair Ventura. Na entrevista coletiva, o treinador alvinegro disse que não fica chateado quando o Botafogo não é tratado como favorito. Jair disse que sua equipe nem tem orçamento como alguns clubes, mas consegue equiparar a disputa com clubes de maior condição financeira com muito trabalho.

"Estamos junto com o Grêmio dentro das mais importantes competições. Isso é prazeroso. Queremos sempre fazer o nosso melhor", disse o comandante.

O técnico do Botafogo explicou que não costuma se apegar a tabus, mas que o time alvinegro tem conseguido quebrar alguns deles nesta Libertadores. Jair dedicou a alegria que estava sentindo com a vitória para a torcida que compareceu em grande número e fez grande festa. "Seria frustrante não conseguir a classificação com mais de 40 mil presentes. Foram nosso 12º jogador", avaliou.

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Em relação à disputa dos goleiros, Jair disse que Jefferson tem uma história linda dentro do Botafogo. E que além de ser um companheiro de trabalho, é um grande amigo, mas que ficou três jogos fora. E que seria um pouco arriscado coloca-lo em campo. "Temos dois grandes goleiros. Mas o momento é do Gatito. Ele roeu o osso conosco lá atrás. Perdeu a posição para o Helton Leite e recuperou" falou.

Mesmo assim, o treinador alvinegro disse que ninguém é titular absoluto no Botafogo. "Está em aberto. Não tenho nada definido. Para esse jogo, a escolha foi o Gatito", continuou.

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Jair disse que não admite fazer comparações com Palmeiras e Atlético-MG que foram eliminados da Libertadores. O treinador disse que não gosta de falar da equipe dos companheiros. "Seria desrespeito falar algo agora. Sei que trabalham. O Cuca faz um grande trabalho e tenho certeza que o Micale deu seu máximo", resumiu.

Em relação ao tumulto causado pelos uruguaios no final da partida, Jair disse que é inadmissível que em 2017 a gente só saiba ganhar. Ele ficou mais chateado porque existiam muitas crianças no estádio. "Sou o cara mais competitivo que conheço. Mas tem que saber perder. Isso é uma vergonha, tem que acabar", concluiu.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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