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Demissão de técnico, melhor defesa e Tadeu em grande fase: saiba como o Goiás chega para encarar o Botafogo

Apesar de brigar pelo G4 e estar bem colocado na Série B do Brasileirão, Goiás não passa por bom momento interno e enfrenta o Alvinegro com técnico interino no comando

19 jul 2021 18h24
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O décimo segundo de 38 capítulos. Nesta terça-feira, o Botafogo, vivendo uma sequência de resultados negativos no Brasileirão, encara o Goiás pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro às 19h no Estádio Nilton Santos.

O Esmeraldino vive situação diferente em relação ao Alvinegro na tabela: o Alviverde é o 5º colocado com 20 pontos, mesma pontuação do CRB, primeira equipe no G4. Fora das quatro linhas, contudo, estes resultados não estão refletindo em um clima amistoso.

Pintado, treinador que assumiu no começo da temporada, foi demitido no último fim de semana após o empate sem gols com o Londrina dentro de casa. Mesmo com a boa campanha na Série B e a chama do acesso acesa, a diretoria optou pelo desligamento do técnico.

Assim como o Botafogo, o Goiás vai para o Estádio Nilton Santos com um interino: trata-se de Glauber Ramos, que chegou a comandar o Esmeraldino em algumas partidas na última Série A do Brasileirão. Pelo lado do Alvinegro, Ricardo Resende estará na casamata pela segunda vez.

UM DESTAQUE CONHECIDO

Muito da boa campanha do Goiás nesta Série B se dá pelo desempenho do sistema defensivo até aqui. O Esmeraldino tem a melhor defesa da competição: são apenas cinco gols levados em 12 partidas disputadas - média de 0,41 por duelo.

Um dos principais responsáveis por isto é o goleiro Tadeu. No ano passado, vale lembrar, ele foi destaque na partida contra o Botafogo justamente no Estádio Nilton Santos - então pela Série A do Brasileirão - fazendo, pelo menos, quatro grandes defesas e garantindo o 0 a 0 no placar.

A defesa melhorou muito em relação aos últimos dois, quando foi a mais vazada da Série A do Campeonato Brasileiro em 2019 e 2020. O Tadeu mesmo assim segue sendo o principal destaque da equipe - afirmou Charlie Pereira, setorista do Goiás na "Rádio Sagres", ao LANCE!.

O Esmeraldino também carrega o maior número de jogos sem sofrer gols. A equipe foi vazada apenas em quatro partidas nesta Série B.

EM CAMPO

Com Pintado, o Goiás atuou com três atacantes em toda a Série B: dois pontas abertos pelos lados do campo, um atleta na referência e três atletas no meio-campo - um mais avançado e dois volantes de contenção.

A velocidade é uma das chaves do Esmeraldino, que conta com Alef Manga, artilheiro do último Campeonato Carioca, saindo dos lados e indo para o centro, em movimento em diagonal, como uma das principais armas ofensivas. O Goiás tem a segunda menor posse de bola da Série B e aposta justamente na velocidade e transições.

- O Alef Manga veio do futebol carioca com status de goleador. Aqui ele vive um 8 ou 80, às vezes joga bem. O torcedor o idolatra, coloca uma grande esperança, mas por outro lado, recentemente, bateu boca com torcedor após uma derrota para o Náutico e ficaram muito revoltados com ele. Logo no jogo seguinte, contra o CSA, ele marcou o gol da vitória - afirmou o jornalista.

O jogo do Goiás, contudo, passa em grande parte pelos pés de Élvis, meia que atuou pelo Botafogo em 2015. Justamente por ser o jogador mais avançado deste setor, ele carrega a responsabilidade de municiar os jogadores da frente.

- Ele é o único meia de criação, o Goiás é muito refém dele. Com a bola no pé, faz o jogo, tenta lançamentos, praticamente tudo passa nos pés dele. Mas é um jogador que está um pouquinho acima do peso e que acaba sendo fácil de ser marcado - completou Charlie.

Lance!
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