PUBLICIDADE

Seleção masculina encara o México por vaga na final do Pré-Olímpico de basquete

Brasil entra em quadra como favorito para seguir com chances de obter vaga nos Jogos de Tóquio

2 jul 2021 20h10
ver comentários
Publicidade

A classificação da seleção brasileira masculina de basquete para os Jogos Olímpicos de Tóquio passa pelo jogo com o México, neste sábado, às 7h30, na Spaladium Arena, em Split. O Brasil precisa avançar à final do Pré-Olímpico para continuar com chances de se garantir na Olimpíada.

O Brasil está invicto na competição. Se classificou como primeiro do Grupo B com vitórias sobre Tunísia (83 a 57) e Croácia (94 a 67). O México foi segundo no A, com um triunfo diante da Rússia (72 a 64) e uma derrota contra a Alemanha (82 a 76).

O técnico da seleção brasileira, Aleksandar Petrovic, assume o favoritismo, mas que isso precisa ser comprovado em quadra. "Nosso time está pronto, com saúde e com os 12 jogadores preparados para o jogo contra o México. Vencer o México significa gastar as energias de Ayon, de Paco Cruz e ter cuidado com o armador Stoll. Em teoria, somos favoritos, mas basquete se ganha dentro de quadra", afirmou o croata.

Ayon, citado pelo treinador, é Gustavo Ayon. O pivô de 36 anos ainda é capaz de provocar bastante estrago no garrafão. Ele registra médias de 14,5 pontos e 11 rebotes nos jogos contra Alemanha e Rússia.

O outro destaque é Francisco 'Paco' Cruz. Ele foi o maior pontuador da temporada 2020-2021 da Liga Turca, com média de 19,6 pontos, pelo Afyonkarahisar. No Pré-Olímpico, o ala registra médias de 25,5 pontos, seis rebotes e cinco assistências após dois jogos.

"Trata-se de um rival complicado, jogou muito bem os dois jogos. Muitos jogadores que atuam juntos há muito tempo e um técnico que tem muito conhecimento de jogo, porque foi um grande jogador", afirmou o armador Marcelinho Huertas, citando Omar Quintero, que coincidentemente foi comandado por Petrovic no Fabriano, da Itália.

"O México joga muito duro na marcação e no ataque tem como seu principal foco o Paco Cruz, que anota muito e tem um volume grande de jogo. É também responsável pela criação", acrescentou o experiente jogador de 38 anos.

Bruno Caboclo está confiante. "Nosso time tem trabalhado muito bem na defesa e cada um sabe o que fazer. Se mantivermos essa pegada, temos todas as chances de classificar e fazer a final no domingo. Jogando sem a bola, quando estivermos com ela, sabemos o que fazer", afirmou o ala.

Na outra semifinal, que acontece às 11h, no mesmo local, jogam Alemanha, primeira colocada do Grupo A (duas vitórias), e Croácia, segunda colocada do Grupo B (uma vitória e uma derrota). Os dois vencedores das semifinais se enfrentam na decisão no domingo, às 14h30. Apenas o campeão se garante em Tóquio.

Estadão
Publicidade
Publicidade