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Vettel diz que ignora críticas por defender causas sociais: "Não sei o que falam"

Sebastian Vettel vem defendendo diversas causas sociais nos últimos meses e, como todo mundo, está sujeito a críticas. O tetracampeão mundial, no entanto, afirmou que não liga muito para isso

30 jul 2021 08h56
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Vettel virou uma das principais vozes sobre causas sociais no esporte a motor
Vettel virou uma das principais vozes sobre causas sociais no esporte a motor
Foto: Aston Martin / Grande Prêmio

Na última quinta-feira (30), Sebastian Vettel chegou ao autódromo de Hungaroring com um tênis diferente, exibindo as cores do arco-íris. A mensagem foi clara, especialmente em um país que convive com perseguição ao movimento LGBTQIA+ por parte do governo. O piloto, no entanto, acabou alvo de críticas de pessoas nas redes sociais por defender causas humanitárias.

Recentemente, o tetracampeão mundial de Fórmula 1 também se posicionou sobre a redução de emissão de gases e produção de lixo, inclusive sendo flagrado recolhendo dejetos nas arquibancadas de Silverstone após o GP da Inglaterra. Apesar disso, Vettel admitiu que não presta atenção nas redes sociais.

"Para ser sincero, eu não sei o que estão falando. Quer dizer, eu tenho respostas positivas, mas não escutei nada do outro lado. Acredito que seja normal pessoas terem diferentes reações", afirmou o piloto da Aston Martin.

Vettel diz que ignora as reclamações em redes sociais
Vettel diz que ignora as reclamações em redes sociais
Foto: Aston Martin / Grande Prêmio

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"Acho que é um problema atual e, em geral, para ganhar atenção. Obviamente você está perguntando sobre possíveis comentários negativos quando deveria perguntar mil vezes mais sobre os positivos", seguiu.

Sobre a defesa da causa LGBTQIA+ na Hungria, ao lado do colega Lewis Hamilton, Vettel também comentou. O país europeu, comandado pelo primeiro-ministro de extrema-direita Viktor Orban recentemente aprovou uma leia que impede a presença de pessoas LGBTQIA+ nas televisões locais e em materiais escolares. Há um mês, o tetracampeão criticou a UEFA por proibir a iluminação de um estádio alemão com a bandeira do movimento.

"Todo mundo é livre para ser o que quiser, acho que esse é o ponto. Eu acho vergonhoso para um país da União Europeia ter que votar ou ter uma lei assim", finalizou.

O GP da Hungria, o 11ª da temporada e o último antes das providenciais férias de verão na Europa, acontece neste fim de semana. O GRANDE PRÊMIO acompanha tudo AO VIVO e em TEMPO REAL.

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