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Verstappen explica 'caça' de Hamilton no GP dos EUA e admite: "Foi emocionante"

Max Verstappen explicou que "não foi fácil" segurar Lewis Hamilton nas voltas finais do GP dos EUA, mas enfatiza que deixou tudo "ainda mais emocionante"

26 out 2021 14h09
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Max Verstappen ao lado de Lewis Hamilton em Austin
Max Verstappen ao lado de Lewis Hamilton em Austin
Foto: Steve Etherington/Mercedes / Grande Prêmio

É verdade que Lewis Hamilton teve largada impressionante no GP dos Estados Unidos, mas, pelo o que aconteceu depois disso na prova do Circuito das Américas, a estratégia de paradas nos boxes da Red Bull pegou a Mercedes no contrapé, que até tentou na reta final, mas não impediu Max Verstappen de conquistar sua oitava vitória em 2021. Questionado sobre a 'caça' de Lewis Hamilton na corrida, o holandês explicou que não foi fácil, sobretudo por já ter estado na mesma posição do heptacampeão ao longo do ano.

"Acho que já estive nesta posição antes, em que você está na liderança com pneus mais desgastados, ou o contrário, em que você está tentando se aproximar", disse Verstappen, em coletiva de imprensa. "Eu apenas tentei fazer o melhor que pude, tentando ser consistente e encontrar aderência sem danificar muito o pneu. Não foi fácil, mas tornou tudo, no final, realmente emocionante", acrescentou.

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Hamilton não conseguiu esboçar tentativa de ultrapassagem em cima de Verstappen nos EUA (Foto: Jared C. Tilton/Getty Images/Red Bull Content Pool)

Em relação às outras corridas, Verstappen se refere, por exemplo, às provas no Bahrein, Espanha e França. Houve, nessas três etapas, grande disputa entre os dois pilotos, que optaram por estratégias diferentes e que se deram melhor — ou pior — em relação ao gerenciamento de pneus: Na França, o dono do RB16B #33 garantiu a corrida, mas nas outras duas etapas, Hamilton venceu a briga.

ANÁLISE

E, em Austin, foi justamente o cuidado com os pneus que fez Max triunfar, além de aguentar a pressão com toda sua força física. Ele admite que os pneus médios tinham melhor rendimento se comparados aos duros, mas foi possível aguentar a pressão, após a parada antecipada da Red Bull na 11ª volta.

"Tentamos ficar perto e parecia que com o pneu médio tínhamos um ritmo muito bom, porque eu poderia ficar a menos de 1s de distância, ou seja, com o DRS ativo. Assim que fomos para o pneu duro, parecia que não tínhamos tanto ritmo, o que foi um pouco preocupante. Mas, mesmo assim, conseguimos aguentar. Claro, a primeira parada foi muito cedo, mas felizmente deu certo", concluiu.

Com a vitória, o piloto da marca dos energéticos estendeu sua vantagem na liderança para 287,5 pontos, a 12 tentos de Lewis Hamilton. Já no Mundial de Construtores, a Mercedes segue à frente com 460,5, mas a apenas 23 da Red Bull, que soma 437,5.

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