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Segundo piloto da Red Bull não precisa ser "novo Verstappen", mas fazer bom trabalho

A Red Bull tem a dupla de pilotos definida para o restante de 2020, por enquanto, com Max Verstappen e Alexander Albon. Mas e no próximo ano, quem vai estar na equipe? O Cadeira Cativa #23 discutiu o assunto e analisou as possibilidades

16 set 2020
15h01
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Max Verstappen não repetiu o bom desempenho das últimas etapa e ficou em quinto
Max Verstappen não repetiu o bom desempenho das últimas etapa e ficou em quinto
Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool / Grande Prêmio

No Cadeira Cativa #23, Castilho de Andrade e Ubiratan Leal comentaram sobre a vaga ainda aberta na Red Bull para a próxima temporada. O time privilegia Max Verstappen e não ajuda no desenvolvimento do segundo piloto? Os jornalistas discutiram o assunto e comentaram quem pode fechar a dupla do time em 2021.

O Cadeira Cativa é o programa do GRANDE PRÊMIO que recebe jornalistas e personalidades marcantes da cobertura de esporte a motor do Brasil.

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Assista ao trecho completo abaixo:

Os dez últimos novos vencedores da Fórmula 1

Ao cruzar a linha de chegada no mítico circuito de Monza e vencer de forma incrível o GP da Itália, Pierre Gasly tornou-se o 109º piloto da história a triunfar em uma corrida do Mundial de Fórmula 1. A bordo do carro da AlphaTauri empurrado pelo motor Honda, o francês de 24 anos quebrou uma hegemonia do trio Mercedes-Red Bull-Ferrari que durava desde quando Kimi Räikkönen faturou o GP da Austrália de 2013 com a Lotus, sucessora e, ao mesmo tempo, antecessora da Renault como conhecemos hoje. Gasly entrou para a galeria dos novos vencedores da F1.

Trata-se de uma façanha e tanto. Mas também é verdade que, cada vez menos, a Fórmula 1 conhece novos pilotos vencedores. Desde que Heikki Kovalainen venceu o GP da Hungria de 2008 a bordo da McLaren e tornou-se o 100º homem da história a triunfar em uma etapa do Mundial, somente outros nove competidores triunfaram pela primeira vez. E tudo isso num espaço de quase 11 anos.

Tudo depende muito da ordem de forças e da dinâmica da Fórmula 1 em cada temporada. Naquele 2008, por exemplo, além de Kovalainen e Sebastian Vettel, que assim como Gasly, venceu em Monza a bordo da Toro Rosso, antigo nome da AlphaTauri, Robert Kubica subiu ao topo do pódio pela primeira e única vez na carreira a bordo de uma BMW que despontava como uma das forças daquele campeonato.

Com o passar dos anos e a polarização da Fórmula 1, sobretudo a partir do início da era híbrida de motores, vencer corridas tornou-se praticamente um monopólio de quem corria por Mercedes, Red Bull e Ferrari. Tanto que, entre 2014 e 2019, quatro pilotos provaram o doce sabor da vitória pela primeira vez, e sempre correndo por uma dessas equipes. Até que Gasly quebrou a sequência no último domingo. Tudo isso só representa, ainda que a conquista do francês tenha sido circunstancial, o gigante feito logrado em Monza.

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