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Por GP Brasil, organização promove simulado geral em Interlagos

28 out 2017
14h20
atualizado às 14h41
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A edição de 2017 do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 está marcada para o próximo dia 12 de novembro. Durante a manhã deste sábado, com a participação de aproximadamente 250 pessoas, a organização da corrida promoveu um simulado geral no Autódromo de Interlagos, sede da penúltima prova do campeonato.

Foram ensaiados diferentes procedimentos de segurança, como simulação de resgate na pista e extração de piloto do cockpit para a ambulância. Dino Altmann, diretor médico da etapa do Brasil da Fórmula 1 e integrante da comissão médica da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), acompanhou a movimentação.

Em 2017, pela primeira vez, o Leforte será o hospital oficial do Grande Prêmio do Brasil, com seu centro de operações no bairro da Liberdade. A alteração não causou grandes mudanças no processo de preparação e treinamento para a corrida, de acordo com o experiente diretor médico.

"Eu tinha tudo muito bem estruturado e documentado para que déssemos continuidade ao trabalho que já vinha sendo desenvolvido. São pequenas coisas que vamos ajustando. Meu objetivo é sempre ter uma organização melhor do que no ano anterior e acho que vamos conseguir fazer isso", explicou Altmann.

Alfredo Tambucci Júnior, diretor esportivo do Grande Prêmio do Brasil, também acompanhou o simulado realizado no Autódromo de Interlagos. Em uma manhã ensolarada, ele valorizou a chance de ver os integrantes de diferentes equipes treinando em conjunto.

"Temos os grupos de resgate, sinalização, boxes, médicos e brigadistas. Aqui, fazemos a integração entre todas essas equipes nos procedimentos de resgate. A cada intervenção, todos os grupos trabalham em seus detalhes específicos. Ao longo dos meses, promovemos treinamentos teóricos e, mais perto do GP, práticos", explicou.

Com os carros cerca de 40km/h mais rápidos em relação ao ano passado, o Autódromo de Interlagos passou por adaptações. A reta oposta e a subida do café ganharam ranhuras, enquanto o S foi recapeado. A organização montou novas barreiras de pneus e modificou algumas zebras, com pinturas antiderrapantes.

"No fim, praticamente não muda em termos de segurança. Existem os ajustes, mas não é uma coisa que preocupa mais do que preocupava no passado. Se aumentou um pouco a velocidade em curva, por outro lado diminuiu um pouco a velocidade em reta", ponderou Altmann.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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